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PSICANÁLISE: SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

SIGNIFICADO DE ALGUNS NOMES

SIGNIFICADO DE ALGUNS NOMES


CACILDA - GERMÂNICO (GAIL + HILT). LANÇA DE COMBATE.

CAETANO - ITALIANO (GAETANUM). NATURAL DE GAETA.

CAIM - "HEBRAICO (CAIN). ADQUIRIDO, POSSUÍDO. PRIMEIRO FILHO DE ADÃO E EVA."

CAIO - "LATIM (GAIUS). FELIZ, CONTENTE, ALEGRE."

CALIMÉRIO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA.

CALINA - GREGO. ESPIRITUOSA.

CALINO - GREGO. ESPIRITUOSO.

CALIPO - GRANDE ASTRÔNOMO GREGO.

CALISTO - GREGO. HOMEM MUITO BELO.

CALVINO - LATIM (CALVINO). O CALVO. CAMAEL-UM DOS ANJOS PRINCIPAIS.

CAMARGO - SOBRENOME DE ORIGEM ESPANHOLA.

CAMERINO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA.

CAMILA - "LATIM (CAMILLA). JOVEM CRIADA, ATENDENTE DE CERIMONIAL."

CAMILLE - VARIANTE DE CAMILA

CAMILO - MASCULINO DE CAMILA.

CÂNDIDA - FEMININO DE CÂNDIDO.

CÂNDIDO - "LATIM (CANDIDUS). PURO, INOCENTE."

CANTILENA - CANTIGA SIMPLES.

CAPITOLINA - FEMININO DE CAPITOLINO.

CAPITOLINO - "LATIM. GLORIOSO, DO CAPITÓLIO."

CARDOSO -TERRENO ABUNDANTE EM CARDOS.

CARINA - PURA (FORMA LATINA), QUERIDA (FORMA ITALIANA) 

CARLA - FORMA FEMININA DE CARLOS.

CARLOS - TEUTÔNICO (KARL). FAZENDEIRO. UM LAVRADOR DE TERRA QUE A 
TRANSFORMOU NUM JARDIM PARA REIS.

CARLOTA - DO FRANCÊS CHARLOTTE.

CARMELO - HEBRAICO (KARMEL). JARDIM OU VINHA DE DEUS.

CARMEN - LATIM (CARMEN). POEMA.

CARMENCITA - DIMINUTIVO DE CARMEN. CARMINA-DIMINUTIVO DE CARMEN.

CARMINDA - DIMINUTIVO DE CARMEN.

CAROL - FORMA INGLESA DERIVADA DE CARLOS.

CAROLINA - FORMA FEMININA DE CAROLINO.

CAROLINO - DIMINUTIVO DE CARLOS.

CARVALHO - ORIGEM BOTÂNICA.

CASIMIRO - ESLAVO (KAZATIMIRU).

CASSANDRA - GREGO (KASSADRA). AUXILIAR DO HOMEM.

CASSIANO - LATIM. MUITO EQUITATIVO.

CASSILDA - TEUTÔNICO. A QUE COMBATE COM A LANÇA.

CÁSSIO - LATIM. POBRE.

CASTOR - FOI IRMÃO DE PÓLUX. ERAM INVOCADOS NAS TEMPESTADES COMO 
DEUSES MARINHOS.

CATANDUVA - TUPI. MATO RALO.

CATARINA - GREGO (KÁTHAROS). PURO.

CATERINA - VARIANTE DE CATARINA.

CÁTIA - GREGO. PURA.

CECÍLIA - LATIM (CAECÍLIA). CEGO.

CECILIANO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA.

CECÍLIO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA. OU MASCULINO DE CECÍLIA.

CELESTINO - VARIANTE DE CELESTE.

CÉLIA - ANAGRAMA DO NOME ALICE.

CELINA - LATIM. FILHA DO CÉU.

CELINE - DAMA DA TESSALÔNICA. FOI CONVERTIDA EM DIAMANTE POR SUSTENTAR  
QUE JÚPITER ERA MORTAL.

CELINIA - LATIM. FILHA DO CÉU. CELINO-LATIM. FILHO DO CÉU.

CÉLIO - NOME DE UMA DAS 7 COLINAS DE ROMA.

CELSO - "LATIM. ALTO, ELEVADO."

CÉSAR - LATIM (CAESAR). DE CABELEIRA LONGA.

CHAVES - DERIVADO DE UMA CIDADE DE PORTUGAL. 

CHILON -"QUILON, SÁBIO DA GRÉCIA." CIBELE - A GRANDE MÃE DOS DEUSES.

CIBELE - GREGO. A GRANDE MÃE DOS DEUSES.

CÍCERO - LATIM (CICERO). GRÃO DE BICO.

CID - ÁRABE (SEID). SENHOR.

CINDERELA - FRANCÊS (CENDRILLON). GAROTA DO BORRALHO.

CÍNTIA - LATIM (CYNTHIA). UM DOS NOMES DA DEUSA DIANA OU ARTÊMIS.

CIRENE - "GREGO (KYRENE). DE CIRENE, ERA A CIDADE CAPITAL DA CIRENAICA NO 
ANTIGO NORTE DA ÁFRICA."

CIRILO - GREGO (KYRILLOS). DE PLENA AUTORIDADE.

CIRINEU - NATURAL DE CIRENE.

CIRINO - LATIM. QUIRINUS.

CIRO - "ANTIGO PERSA (KURUSH). O SOL, DEUS DO SOL."

CLARA - "LATIM (CLARA). BRILHANTE, ILUSTRE."

CLARISSE - RELIGIOSAS DA ORDEM DE SANTA CLARA OU CLARISSAS.

CLÁUDIA -   LATIM (CLAUDIUS). O COXO, O MANCO.

CLAUDIANO - VARIANTE DE CLÁUDIO.

CLAUDINO - VARIANTE DE CLÁUDIO.

CLÁUDIO -  LATIM (CLAUDIUS). O COXO, O MANCO.

CLAUDIONOR - LATIM. AQUELE QUE HONRA CLÁUDIO.

CLÉBER- NOME GERMANICO QUE SIGNIFICA (PADEIRO).

CLÉCIO - GLÓRIA.

CLEMÊNCIO - FORMA DERIVADA DE CLEMENTE.

CLEMENTE -"LATIM (CLEMENIS). GENTIL, BONDOSO."

CLEMENTINO - DIMINUTIVO DE CLEMENTE.

CLÉO - "GREGO (CLEO). GLÓRIA, FAMA."

CLEONICE - GREGO. VITÓRIA GLORIOSA. GLORIOSA NA VITÓRIA.

CLEONIDES - GREGO. FEIÇÃO QUE DENUNCIA GLÓRIA.

CLÍCIA - A GLORIOSA.

CLOTILDE - TEUTÔNICO (CHLODHILDE). AFAMADA NO COMBATE. A MULHER QUE 
LUTOU AO LADO DE SEU BEM AMADO.

CLÓVIS - TEUTÔNICO (CHLODOWING). GUERREIRO FAMOSO.

COLIN - DIMINUTIVO DE NICOLÃO.

COLOMBO -LATIM (COLUMBUS). POMBO. POMBA.

CONCEIÇÃO - LATIM (CONCEPTIO). CONCEPÇÃO. CONCEIÇÃO.

CONRADO - TEUTÔNICO (KUONRAET). CONSELHEIRO PRUDENTE.

CONSTÂNCIA - "LATIM (CONSTANTIA). CONSTÂNCIA, FIRMEZA.

CONSTÂNCIO - "LATIM (CONSTANTIA). CONSTÂNCIA, FIRMEZA."

CONSTANTINO - "LATIM (CONSTANTINUS). CONSTANTE, FIRME."

CONSUELO - ESPANHOL. CONSOLO.

CORA - GREGO (KORE). A CRIADA. A VIRGEM.

CORDOVIL- VARIANTE DE CORA. CORINTA-SANTA DA IGREJA CATÓLICA.

CORNÉLIO -"LATIM (CORNELIUS). DE CORNU. CORNO, CHIFRE. PARA SIGNIFICAR 
DURO COMO CHIFRE."

CRISTIANA - GREGO. UNGIDA DO SENHOR.

CRISTIANO - LATIM. DERIVADO DE CRISTO.

CRISTINA - LATIM. DERIVADO DE CRISTO.

CRISTINO - GREGO. UNGIDO DO SENHOR.

CRISTO - "GREGO (CHRISTÔS). UNGIDO. SACERDOTE, REI, UNGIDO COM O ÓLEO 
SAGRADO." 

CRISTOVAM - GREGO (CHRISTOPHOROS). O PORTADOR DE CRISTO.

CRISTOVÃO - GREGO (CHRISTOPHOROS). O PORTADOR DE CRISTO.

LACERDA - ESPANHOL (LA CERDA). A CERDA.

LADISLAU -TEUTÔNICO (VLADISLAU). SÃO LADISLAU.

LAÉRCIO - DE ORIGEM GREGA. CIDADÃO NASCIDO NA CIDADE GREGA DE LAÉRCIA.

LAERTE - GREGO. FORMIGA.

LAIO - GREGO. REI MITOLÓGICO DE TEBAS.

LAÍS - "GREGO. A POPULAR, A DEMOCRÁTICA."

LAJES - DE ORIGEM GEOGRÁFICA.

LAMAR - "TEUTÔNICO (LAND-MARI). PAÍS FAMOSO, TERRA FAMOSA."

LAMBERTO - "TEUTÔNICO (LANDBERCHT). PAÍS BRILHANTE, TERRA BRILHANTE."

LANA - DIMINUTIVO DE HELENA.

LANE - INGLÊS MEDIEVAL. DO CAMINHO ESTREITO.

LANETE - ANTIGO FRANCO-INGLÊS (LANE-ET). DO PEQUENO CAMINHO ESTREITO.

LARA - ERA A NÁIADE FILHA DO RIO ALMÃO.

LARISSA - GREGO. CHEIA DE ALEGRIA.

LAUDEMIR - JOVEM PRÍNCIPE DA BÉLGICA.

LAUDICENA - GREGO. QUE DOMA O POVO.

LAURA - LATIM (LAUREA). COROA DE FOLHAS DE LOURO.

LAURÊNCIO - LATIM (LAURENTUIS). O COROADO DE LOUROS.

LAURIANA - LATIM. LOURA.

LAURIANO - LATIM. RELATIVO A LAURO.

LAURINDO - DERIVADO DE LAURO.

LAURO - LATIM. LOUREIRO.

LAVÍNIA - LATIM (LAVARE). A PURIFICADA. LAVÍNIA ERA FILHA DO REI LATINO E DE 
SUA MULHER AMATA.

LAVÍNIO - CIDADE CONSTRUÍDA POR ENÉAS EM HONRA DE SUA ESPOSA LAVÍNIA.

LÁZARO - HEBRAICO. DEUS É MEU SOCORRO.

LÉA - ANGLO-SAXÃO (LEAH). LEOA.

LEANDRO - GRECO-LATINO. HOMEM-LEÃO.

LEDA - LATIM (LAETA). ALEGRE.

LÉIA - VARIANTE DE LEA.

LEILA - ÁRABE (LAYLA). NEGRA COMO A NOITE.

LEILANE - HAVAIANO (LEI-LANI). FLOR CELESTIAL.

LENA - LATIM. SEDUTORA. DIMINUTIVO DE HELENA.

LENITA - LATIM. MANTIDÃO, SUAVIDADE.

LENORA - VARIANTE DE ELEONORA.

LÉO - LATIM. LEÃO.

LEONARDO - LÍNGUA FRANCA (LEON-HARD). LEÃO BRAVO.

LEONATO - "GENERAL DE ALEXANDRE, O GRANDE."

LEONEL - "ANTIGO FRANCÊS (LIONEL). LEÃO NOVO, FILHOTE DE LEÃO."

LEONOR - ÁRABE. O SENHOR É MINHA LUZ.

LEONTINA - LATIM (LEO). SEMELHANTE A LEÃO.

LEOPOLDINA - FEMININO DE LEOPOLDINO.

LEOPOLDINO - DERIVADO DE LEOPOLDO.

LEOPOLDO - TEUTÔNICO (LEUTPALD). OUSADO PARA O POVO.

LETÍCIA - LATIM (LAETITIA). ALEGRIA.

LEVINA - SANTA DA IGREJA CATÓLICA. LEVINDO-LATIM. CANHOTO.

LIANA - FRANCÊS ANTIGO (LIANE). VINHA TREPADEIRA.

LICÉRIO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA.

LÍDIA - "GREGO (LYDIA). MULHER DA LÍDIA, UMA REGIÃO DA ÁSIA MENOR."

LÍGIA - "LATIM. NATURAL DA LÍGIA, REGIÃO DA ANTIGA ALEMANHA'

LILIANE - LATIM (LILIUM). LÍRIO.

LINA - DIMUNITIVO DE ADELINA. LINCEU-ALGUNS HOMENS NOTÁVEIS DA GRÉCIA.

LINDA - "ESPANHOL. LINDA, BONITA."

LINDALVA - FORMA AGLUTINADA DE LINDA + DALVA.

LINDOLFO - TEUTÔNICO. O LOBO PROTETOR.

LIRA - SOBRENOME.

LISA - DIMINUTIVO DE ELISABETE.

LISABETE - VARIANTE DE ELISABETE.

LISANDRO - GREGO. O QUE LIBERTA O HOMEM.

LISSANDRA - FORMA FEMININA DE LISANDRO.

LÍVIA - FORMA FEMININA DE LÍVIO.

LIZ - FORMA DIMINUTIVA DE ELISABETE.

LIZA - FORMA DIMINUTIVA DE ISABEL.

LOBATO - FILHOTE DE LOBO.

LOMBARDO - LATIM (LONOG BARDUS). LONGA BARBA.

LÓPES - DERIVADO DE LOBO.

LORENA - LATIM. LOURO, A FOLHA DO LOUREIRO.

LOURDES - ORIGEM DESCONHECIDA.

LOURÊNÇA - FORMA FEMININA DE LOURENÇO

LOURÊNCIO - LATIM (LAURENTIUS). LAUREADO.

LUCAS - NOME DO TERCEIRO EVANGELISTA.

LUCÉLIA - FORMA FEMININA DE LUCÉLIO.

LUCI - TÍTULO DE UMA POESIA LÍRICA DE GUILHERME WORDSWORTH.

LÚCIA - FORMA FEMININA DE LÚCIO.

LUCIANA - FORMA FEMININA DE LUCIANO

LUCIANE - VERIANTE DE LUCIANA.

LUCIANO - "DERIVADO DE LÚCIO, LIGADO A LÚCIO."

LÚCIDA - FORMA FEMININA DE LÚCIDO.

LUCIDIO - LATIM. LUMINOSO. LUCIDO-"BRILHANTE, ESCLARECIDO."

LUCILA - LATIM. LUMINOSA.

LUCILIANO - SANTO DA IGREJA CATÓLICA.

LUCÍLIO - "LATIM. LUZ, LUMINOSO."

LUCINA - LATIM. LUZ. DEUSA PAGÃ QUE PRESIDIA OS PARTOS.

LUCINDA - SANTA DA IGREJA CATÓLICA.

LÚCIO - "LATIM (LUX). LUZ. NASCIDO COM O DIA, NASCIDO COM A MANHÃ."

LUCIOLA - DIMINUTIVO DE LÚCIA.

LUCRÉCIA - DAMA ROMANA FAMOSA POR SUA VIRTUDE.

LUCRÉCIO - "LATIM. POETA LATINO, AUTOR DO POEMA ""DE NATURAL RERUM - O 
DIREITO DAS COISAS""."

LUCY - "POESIA LÍRICA DE GUILHERME WORDSWORTH, POETA INGLÊS."

LUDMILA - ESLAVO (LJUDUMILU). AMADA DO POVO.

LUÍS - TEUTÔNICO (HLODOVIKO). GUERREIRO FAMOSO.

LUÍSA - FORMA FEMININA DE LUÍS.

LUMINOSA - SANTA DA IGREJA CATÓLICA.

LURDES - ORIGEM DESCONHECIDA.

LUSÍA - VARIANTE DE LUÍS. LUSO-O MESMO QUE PORTUGUÊS.

LUZIA - VARIANTE DE LÚCIO.

LUZO - QUE RELUZ OU CINTILA. 

MABEL - LATIM. AMÁVEL.

MACEDO - ORIGEM GEOGRÁFICA.

MACHADO - SURGIDO EM COMBATE QUANDO UM GUERREIRO PORTUGUÊS ROMPEU A MACHADO AS PORTAS DE SANTARÉM.

MACIEL - ORIGINÁRIO DE UMA POVOAÇÃO PORTUGUESA.

MADALENA - "MAGDALENE, DE MAGDALA."

MADELINA - DERIVADO DE MADALENA.

MAFALDA - VARIANTE DE MATILDE.

MAGALHÃES - ORIGEM GEOGRÁFICA.

MAGALI - DE ORIGEM PROVENÇAL E CORRESPONDE A MARGARIDA.

MAGDA - VARIANTE E DIMINUTIVO DE MADALENA.

MAGNA - LATIM. GRANDE. MAGNELITA-PEDRA-ÍMÃ OU ÓXIDO DE FERRO.

MAGNO - LATIM (MAGNUS). GRANDE.

MAGNÓLIA - FLOR OU ÁRVORE DE MAGNÓLIA.

MAÍSA - GREGO. PÉROLA.

MANFREDO - TEUTÔNICO. HOMEM DA PAZ.

MANOEL - HEBRAICO (IMMANUEL). DEUS CONOSCO.

MANOLO - FORMA ABREVIADA DO ESPANHOL PARA MANOEL.

MANUEL - O MESMO QUE MANOEL.

MARA - HEBRAICO (MARAL). AMARGOSA.

MARCELA - FEMININO DE MARCELO.

MARCELINA - FORMA FEMININA DE MARCELINO.

MARCELINO - LATIM. QUE DESCENDE DE MARTE.

MARCELO - LATIM (MARCELLUS). NOME DE PERSONALIDADE ROMANA FAMOSA.

MARCIA - "LATIM. QUE PERTENCE A MARTE, MARCIAL, GUERREIRA."

MARCIO - LATIM (MARTIUS). NOME O QUAL OS GUERREIROS INVOCAVAM JÚPITER.

MARCOLINO - DERIVADO DE MARCELINO.

MARCOS - (MARCUS) - PROTEGIDO DE MARTE (O DEUS DA GUERRA)

MARGARETE - VARIANTE DE MARGARIDA.

MARGARIDA - LATIM (MARGARITA). PÉROLA.

MARGOT - DIMINUTIVO DE MARGARIDA.

MARIA - "HEBRAICO (MIRIAM). SENHORA, SOBERANA."

MARIANA - MARIA + ANA.

MARIEL - FORMA AGLUTINADA DE MARIA + ARIEL.

MARIELSA - FORMA AGLUTINADA DE MARIA + ELSA.

MARIETA - DIMINUTIVO FRANCÊS.

MARILDA - VARIANTE DE MARÍLIA.

MARILENA - FORMA AGLUTINADA DE MARIA + HELENA.

MARÍLIA - FORMA POÉTICA DE MARIA. NOME CRIADO POR TOMÁS GONZAGA.

MARILÚ - COMPOSTO DE MARIA + LUÍSA.

MARINA - LATIM. DO MAR.

MARINO - LATIM (MARINUS). DO MAR.

MARIO - LATIM (MARIUS). NOME DE FAMOSA FAMÍLIA ROMANA.

MARISA - FORMA AGLUTINADA DE MARIA + LUÍSA OU DE MARIA + ELISA.

MARISTELA - LATIM (MARE + STELLA). ESTRELA DO MAR.

MARLA - DERIVADO INGLÊS DE MARIA.

MARLENE - DERIVADO DE MADALENA.

MARLI - NOME DE UMA POVOAÇÃO FRANCESA.

MARLON - ANTIGO FRANCÊS. PEQUENO FALCÃO.

MARJORIE - ESCOCÊS. PÉROLA.

MARSÍLIO - "ORIGINADO DO FRANCÊS, DE MARSELHA."

MARTA - ARAMAICO (MARTHA). DONA-DE-CASA. SENHORA DE CASA.

MARTANA - SANTA DA IGREJA CATÓLICA.

MARTIM - "LATIM (MARTINUS). QUE FAZ GUERRA, GUERREIRO." MARTINHA-
DIMINUTIVO DE MARTA.

MARTINIANO - VARIANTE DE MARTINHO.

MARTINO - DIMINUTIVO DE MARTIM.

MARTINS - "LATIM (MARTINUS). QUE FAZ GUERRA, GUERREIRO."

MARVEL - ANTIGO FRANCÊS (MERVEILLE). MARAVILHA.

MARY - FORMA INGLESA PARA MARIA.

MARYEM - FORMA AGLUTINADA DE MARY + EMÍLIO. MASCARENHAS-ORIGEM 
TOPONÍMICA.

MATEUS - HEBRAICO (MATTITHYAH). DOM DE JEOVÁ.

MATHEUS - VARIANTE DE MATEUS

MATIAS - FORMA ABREVIADA DE MATATIAS.

MATILDE - TEUTÔNICO (MAT-HILDE). GUERREIRA QUE COMBATE COM ENERGIA.

MATOS - ORIGEM BOTÂNICA.

MATOSO - ORIGEM BOTÂNICA.

MAURA - EXISTEM DUAS SANTAS COM ESSE NOME.

MAURÍCIO - "LATIM. DERIVADO DE MAURUS. DE PELE ESCURA, MOURO."

MAURÍLIO - DERIVADO DE MAURO.

MAURO - "LATIM (MAURUS). DE PELE ESCURA, MOURO."

MAYRA - "ORIGEM INDÍGENA. A RAINHA DA SELVA, A DONA DOS ANIMAIS.

MEDEIROS - ORIGEM TOPONÍMICA.

MEIRELES - DERIVADO DE MEIRA.

MELINA - DIMINUTIVO DE CARMELA.

MELINDA - "GREGO (MEILICHOS). A CORTÊS, A GENTIL."

MELISSA - GREGO (MEL). ABELHA.

MELISSO - "FILÓSOFO ECLÉTICO, NATURAL DE SAMOS."

MELQUIOR - HEBRAICO (MELK + UR). REI + LUZ. O REI DA LUZ.

MENDES - "RELATIVO A MEM, PARENTE DE MEM."

MENDONÇA - ORIGEM ESPANHOLA.

MENES - FUNDOU O IMPÉRIO EGÍPCIO.

MENESES - ESPANHOL. OS NATURAIS DO VALE DO RIO MENA.

MENTOR - "SÁBIO GREGO, EDUCADOR DO FILHO DE ULISSES, DE QUEM ERA 
AMIGO."

MERCEDES - ESPANHOL (MERCÊS). GRAÇAS.

MESQUITA - VÁRIAS POVOAÇÕES PORTUGUESAS.

MESSIAS - HEBRAICO. UNGIDO.

MICHEL - VARIANTE DE MIGUEL.

MIGUEL - HEBRAICO (MIKHAEL). QUEM É COMO DEUS? MILCIADES-GREGO. 
VERMELHÃO.

MILENA - HEBRAICO. AGLUTINAÇÃO DE MARIA.

MILTON - "GREGO (MILTOS). RUBRO, VERMELHO."

MIRA - LATIM. MARAVILHOSA.

MIRACEMA - TUPI. GENTE QUE NASCE.

MIRANDA - LATIM. QUE DEVE SER ADMIRADA.

MIRIAM - HEBRAICO (MIRYAM). SENHORA.

MIRTHES - LATIM. DA PLANTA MURTA, USADA EM CERCA VIVA.

MISAEL - DERIVADO DE MIGUEL.

MITRA - DEUS MUITO ANTIGO DOS PERSAS.

MIZAEL - UM DOS ANJOS BONS QUE FORMA A MILÍCIA CELESTE.

MOEMA - TUPI. EXAUSTA.

MOISÉS - HEBRAICO (MOSHEH). SALVO DAS ÁGUAS.

MÔNICA - "GREGO. SÓ, SOZINHA, VIÚVA."

MOREIRA - EXTRAÍDO DE AMOREIRA. PÉ DE AMORA.

MORFEU - "GREGO (MORFOS). IMAGEM, FORMA. NOME DO DEUS DO SONO, NA 
MITOLOGIA."


MORGANA - "BRETÃO (MOR + GWEN). MAR + BELO. MAR BONITO, MAR BELO."

MOTA - TEUTÔNICO. MONTE DE TERRA. MOURA-ORIGEM GEOGRÁFICA.

MOURÃO - DERIVADO DE UMA LOCALIDADE PORTUGUESA.

MOUTINHO - ORIGEM GEOGRÁFICA.

MURILO - ESPANHOL. SIGNIFICA "PEQUENO MURO".

MYRCIA - LATIM. CABUÍ(ÁRVORE)


AUTOR  ANÔNIMO


terça-feira, 4 de junho de 2013

TERRORISMO: FANATISMO RELIGIOSO E IDEOLOGISMO POLÍTICO





TERRORISMO: FANATISMO RELIGIOSO E 
IDEOLOGISMO POLÍTICO

          O mundo, hoje, observa atônito os efeitos produzidos por terroristas que em nome de uma religiosidade fanática e de um ideologismo político irresponsável espalha medo, morte e destruição.
             É notória a existência de um domínio político, econômico  e  militar  dos  países  ricos  sobre os pobres. Considerando-se essa afirmação é observado, também, que algumas nações menos privilegiadas tentem impor-se, contudo, não conseguem resultados. Os que possuem o poder da influencia, o dinheiro e a força militar sempre prevalecem.
          Em decorrência do fato mencionado,  o terror é espalhado por facções religiosas que sem nenhum constrangimento levantam a bandeira da chamada "Guerra Santa" e lançam o ser humano em batalhas suicidas em que o menor prejuízo é a morte do próprio terrorista. Tal comportamento, fanático,  pode evoluir para morte de milhares de pessoas e destruição de bens como o ocorrido com a queda das duas torres do EUA.
        A exacerbação da prática religiosa associada ao ideal políti-  co centralizado traduzido pelos atos terror, além dos problemas citados, invibializam os acordos e inspira nos atingidos um desejo de guerra e destruição dos supostos inimigos. Sabe-se que esses grupos extremistas querem chamar a atenção, mas o custo é muito alto; a violência, infelizmente, gera violência.
         Os Chefes de Governo e de Estado  precisam, neste momento, da devida tranqüilidade  para que tal manifestação não venha a caracterizar-se como guerra entre nações. Chamar ao diálogo e punir os líderes é acertadamente o melhor caminho a ser seguido; bombardear é ser igual; com isto a humanidade sofrerá se o confronto não for evitado. O mundo precisa dizer "não" ao fanatismo religioso, ideologismo político e ao terrorismo.

             
REGINALDO S. DE LYRA

segunda-feira, 3 de junho de 2013

FOBIA

FOBIA

al. Phobie; esp. fobia; fr. phobie; ing. phobia 

          Termo derivado do grego phobos e utilizado na língua francesa como sufixo, para designar o pavor de um sujeito* em relação a um objeto, um ser vivo ou uma situação.

         Tal como utilizado em psiquiatria por volta de 1870, como substantivo, o termo designa uma neurose* cujo sintoma central é o pavor contínuo e imotivado que afeta o sujeito, frente a um ser vivo,  um objeto ou uma situação que, em si mesmos, não apresentam nenhum perigo real.
        Em psicanálise*, a fobia é um sintoma, e não uma neurose, donde a utilização da expressão histeria* de angústia em lugar da palavra fobia.
        Introduzida por Wilhelm Stekel* em 1908 e retomada por Sigmund Freud*, a histeria de angústia é uma neurose de tipo histérico, que converte uma angústia num terror imotivado, frente a um objeto,
um ser vivo ou uma situação que não apresentam em si nenhum perigo real.
        Entre os sucessores de Freud, a palavra tende a se superpor à idéia de histeria de angústia. Conhe cida desde a noite dos tempos, a repulsa que atinge certos indivíduos em algumas situações particulares tem suscitado numerosos comentários. Para conjurar o medo no combate, os gregos divinizaram Fobos e os guerreiros o honravam antes de partir para a guerra. Se esse pavor remetia a um perigo bastante real, que o século XX reencontraria com as neuroses de guerra*, as doenças do medo foram tratadas, no Ocidente, pelos remédios tradicionais: ervas e poções mágicas, colares de alho, crimes rituais, confecção de amuletos etc. Algumas doenças não identificadas, como a hepatite, por exemplo, chamada de icterícia, entraram durante muito tempo na categoria das afecções causadas
pelo pavor. Supunha-se, de fato, que o doente mudava de cor sob o efeito de um medo interno ou externo, em geral ligado a uma manifestação diabólica ou divina. Continuam a ser numerosas as superstições que exprimem a angústia, como o medo do número 13, por exemplo.
          Assim, identificaram-se dezenas de doenças do medo, dentre as quais algumas se tornaram céle bres; a hidrofobia (medo da água), a agorafobia (medo de lugares públicos), a claustrofobia (medo de lugares fechados) etc. No cerne desse universo do medo, são as representações da animalidade, na maioria das vezes, que revelam a essência da fobia. Desde os afrescos infernais de Hieronymus Bosch (1450-1516) até a Metamorfose de Franz Kafka (1883-1924), passando pelo Drácula do escritor irlandês Bram (Abraham) Stocker (1847-1912), exprime-se o pavor da transição do humano para o animal, do anjo para o demônio, da alma para o corpo. O evolucionismo darwiniano daria uma consistência científica a essa fantasia*, como sublinhou Freud em Totem e tabu*, apoiando-se no caso do pequeno Arpad, o menino analisado por Sandor Ferenczi* em razão de sua fobia dos galos.
          Foi a retirada do terror do universo do pensamento religioso que permitiu ao saber psiquiátrico do fim do século XIX fazer da fobia uma verdadeira entidade nosográfica. Ao se transformar numa neurose, a fobia acedeu a um estatuto estrutural, ao passo que o bestiário, sintoma dos antigos pânicos sagrados, transformou-se sub-repticiamente num mal inelutável, que destrói a alma por dentro. Nessa configuração, o sujeito pode ser designado como fóbico, sem que o objeto de sua fobia seja identificado.
          Daí a confusão entre a angústia no sentido existencial e a fobia.
          É compreensível que Freud tenha preferido a ela a expressão histeria de angústia, inventada por Stekel: esta lhe permitiu situar a sexualidade* no centro do sintoma fóbico. Num primeiro momento, em 1894-1895, Freud constatou que os sintomas fóbicos estavam presentes em toda sorte de distúrbios neuróticos ou psicóticos, porém, mais particularmente, na neurose obsessiva* e na neurose de angústia (ou neurose atual). Eram a expressão de uma conversão da angústia em terror, em pacientes que praticavam a continência e se mostravam fanáticos com a limpeza, porque tinham horror às coisas da sexualidade.
          Depois, na análise do Pequeno Hans (Herbert Graf*), em 1909, Freud constatou que existia pelo menos uma neurose em que o sintoma fóbico era central. Designou-a pelo nome de histeria de angústia. Nesses casos, a libido* não é convertida, mas liberada sob a forma de angústia.
          Note-se que a fobia é um dos sintomas que o tratamento psicanalítico permite dominar com mais facilidade, substituindo-o pela angústia.
         Os sucessores de Freud interessaram-se muito pelas fobias infantis e, portanto, essencialmen-te, pelos terrores inspirados pelos animais. Como na arte ou na literatura, eles são quase sempre o vetor principal do sintoma fóbico e, portanto, da angústia. Aliás, encontramos seus vestígios em outros dois grandes casos freudianos: o Homem dos Lobos (Serguei Constantinovitch Pankejeff*) e o Homem dos Ratos (Ernst Lanzer*).
          Depois de Freud, entretanto, a terminologia se modificou e a fobia acabou sendo aceita menos como um sintoma do que como uma verdadeira entidade clínica. Daí o desaparecimento progressivo da expressão histeria de angústia. Se Melanie Klein* dissolveu a fobia na angústia, fazendo dela um mecanismo arcaico, integrado na posição esquizo-paranóide*, Anna Freud*, ao contrário, encarou-a como uma neurose de transferência*, na qual o objeto fobogeno torna-se símbolo de todos os perigos ligados à sexualidade, os quais é preciso repelir através de mecanismos de defesa*. Daí o surgimento de uma defesa maníaca, ou a adoção, em alguns indivíduos, de uma atitude chamada de contrafóbica. Do ponto de vista da teoria clássica (freudiana e annafreudiana), a claustrofobia deveria ser interpretada como o desejo e o medo da masturbação, e a agorafobia, como a expressão de uma fantasia de prostituição etc.
          Segundo a ótica kleiniana, a claustrofobia seria um desejo de escapar à proteção sufocante do bom objeto, enquanto a agorafobia corresponderia ao desejo de fugir de um mundo povoado de maus objetos.
          Grande clínico dos estados de terror ligados ao surgimento do real*, Jacques Lacan* foi o único autor a desenvolver uma concepção francamente estrutural da fobia em geral. Daí a idéia, em seu seminário A relação de objeto, de que o objeto da fobia seria um significante*, isto é, um elemento significativo da história do sujeito que viria mascarar sua angústia fundamental: “Para preencher algo que não pode resolver-se no nível da angústia intolerável do sujeito, este não tem outro recurso senão criar para si mesmo um tigre de papel.” Lacan comparou esse significante a letras de fogo ou “brasões da fobia”, verdadeiras paredes de papel que se tornam, para o sujeito, tão intransponíveis quanto a muralha da China. Nessa perspectiva, portanto, cabe distinguir o objeto significante (ou significante fóbico) do objeto fetiche, para mostrar que o primeiro decorre de uma sintomatologia neurótica (histeria, neurose obsessiva) e o segundo, de uma clínica da perversão*.
          Se o fetiche garante a condição absoluta de um gozo*, o significante fóbico protege contra o desaparecimento do desejo*.

• Sigmund Freud, “Obsessões e fobias: seu mecanismo
psíquico e sua etiologia” (1895), escrito em francês,
ESB, III, 89-98; GW, I, 343-53; SE, III, 69-82; OC, III,
19-29; “Análise de uma fobia em um menino de cinco
anos” (1909), ESB, X, 15-152; GW, VII, 243-377; SE,
X, 1-147; in Cinq psychanalyses, Paris, PUF, 1954,
93-198 • Bram Stocker, Dracula (Dublin, 1897), Vervier,
Marabout, 1975 • Franz Kafka, A metamorfose (1916),
S. Paulo, Companhia das Letras, 1997 • Wilhelm Stekel,
Nervöse Angstzustände und ihre Behandlung,
Viena e Berlim, Urban und Schwarzenberg, 1908, com
prefácio de Sigmund Freud reproduzido in ESB, IX,
255-6; GW, VII, 467-8; SE, IX, 250-1 • Sandor Ferenczi,
“Um pequeno homem-galo” (1913), in Psicanálise II,
Obras completas, 1913-1919 (Paris, 1970), S. Paulo,
Martins Fontes, 1992, 61-8 • Anna Freud, O ego e os
mecanismos de defesa (Londres, 1936), Rio de Janeiro,
Civilização Brasileira, 1982, 6ª ed.; “Fears, anxieties
and phobic phenomena”, Psychoanalytic Study of the
Child, 32, 1977, 85-90 • Jacques Lacan, O Seminário,
livro 4, A relação de objeto (1956-1957) (Paris, 1994),
Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1995; Escritos (Paris,
1966), Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1998 • Jean Laplanche
e Jean-Bertrand Pontalis, Vocabulário da psicanálise
(Paris, 1967), S. Paulo, Martins Fontes, 1991,
2ª ed. • Charles Rycroft, A Critical Dictionary of Psychoanalysis
(1968), Londres, Penguin Books, 1995 •
Jean Delumeau, La Peur en Occident, Paris, Fayard,
1978 • Annie Birraux, Éloge de la phobie, Paris, PUF,
1994.

➢ CASTRAÇÃO; FAIRBAIRN, RONALD; FETICHISMO; INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA; NOVAS CONFERÊNCIAS INTRODUTÓRIAS SOBRE PSICANÁLISE; OBJETO (BOM E MAU); OBJETO, RELAÇÃO DE; OBJETO (PEQUENO) a.

- Dicionário de psicanálise/Elisabeth Roudinesco, Michel Plon; tradução Vera Ribeiro, Lucy Magalhães; supervisão da edição brasileira Marco Antonio Coutinho Jorge. — Rio de Janeiro: Zahar, 1998.

sábado, 1 de junho de 2013

ORIENTAÇÕES BÍBLICAS CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA- RESENHA

RESENHA DA LIÇÃO 09 – 02 DE junho DE 2013 
“Orientações bíblicas contra a violência 
doméstica”

VERDADE APLICADA 
          O comentarista expõe que a igreja tem condições fundamentais de auxiliar contra a violência doméstica. Por isso, tem que, com sua voz profética, denunciar e amparar os oprimidos.

OBJETIVOS DA LIÇÃO 
       É frisado, ainda, que a igreja precisa: 1. servir como comunidade terapêutica ouvindo os oprimidos; 2. deve pregar a esperança para os agredidos; e 3. ensinar a se defender dos agressores.

INTRODUÇÃO 
        Na introdução há uma preocupação quando se diz que muitos cristãos casados que estão de forma pacífica nos assentos congregacionais, podem estar vivendo uma vida de violência doméstica sem que a igreja saiba. Geralmente, a casa se torna em ambiente de guerra, em que ambos os lados buscam táticas para a sua própria defesa. No entanto, quando a violência é praticada, em geral, é o homem forte que oprime e mulher frágil. É preciso que essas mulheres busquem ajuda na igreja, no estado ou na própria sociedade. 

1. A igreja pode ajudar ouvindo o clamor do oprimido 
         Nota-se neste primeiro tópico que é mencionado  que á semelhança de Jesus Cristo, é preciso iniciar ajuda por escutar o grito do oprimido. Muitos irmãos não dão a mínima importância para situações de violência nos lares. Alguns pedem para que o oprimido continue orando e entregue tudo nas mãos de Deus, que na hora certa Ele agirá! Essa, na verdade, é uma atitude errada que a igreja tem tomado diante de uma situação tão grave. Inicialmente, o mínimo que se pode fazer é ouvir o clamor do oprimido. A vítima tem de ser ouvida. Mas em uma situação dessas é especialmente importante que sua forma de escutar seja mais do que apenas colher informações, é necessário prover ajuda.
           O tópico primeiro é dividido em três sub-tópicos: 1.1. A necessidade de as pessoas serem ouvidas; 1.2. Atitudes contra a violência doméstica e 1.3. A liderança e a igreja devem se posicionar.

2. O valor da esperança para os que sofrem violência
         É primordial, diz o autor, que a vítima ouça uma mensagem de esperança. O salmista entendia o valor da esperança quando disse: “Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade” (Sl 71.5). A pessoa violentada não pode achar que o Senhor a desprezou, e a igreja precisa identificar a oportunidade de discipular não somente a vítima, mas toda a congregação. Deus não é indiferente ou distante à situação, e nem o evangelho ensina que o opressor não pode ser combatido. É hora de anunciar que é bem aventurado o que tem fome e sede de justiça (Mt 5.6).
         Refere-se quanto ao valor da esperança para os que sofrem violência de três formas: 2.1. Deus se lembra do oprimido; 2.2. O Senhor Jesus e o sofrimento humano e 2.3. A esperança para os que sofrem.

3. Ferramentas para desarmar o agressor 
          Diante da violência dominante, afirma, não há como ficar apático. É preciso tomar atitudes que possam ajudar não somente a vítima, mas o agressor para o caminho da recuperação. A igreja deve cumprir seu papel profético de denunciar a injustiça sempre, estar do lado do oprimido, e orientar o opressor para sua transformação. Nunca deixando de ensinar as consequências do pecado da cólera, que gera a violência.
          Dessa forma, conforme o texto, são feitas as seguintes afirmações: 3.1. A Igreja como porta-voz dos oprimidos; 3.2. A violência doméstica agora é crime e 3.3. Não se deixe dominar pelo sentimento de revanche.
          Na sua conclusão é mencionado que a violência doméstica é tão danosa ao relacionamento matrimonial quanto o adultério, dizem os especialistas. Não se podem negar os problemas causados às vítimas. No entanto a esperança de recuperação da vítima e do agressor não deve ser subestimada. A graça transformadora de Deus pode alcançar essas pessoas. Isso não quer dizer que o agressor não deva responder pelos seus atos. Mas o Senhor pode, com seu poder, trazer recuperação para as famílias através das ações amorosas do povo de Deus. 

          Após a leitura inicial do texto percebemos que há uma urgência do posicionamento da igreja quanto a este tipo de anomalia conjugal. É preciso denunciar e amparar os oprimidos. A igreja como parte fundamental da sociedade e zelosa pelo bem estar familiar não pode se calar... a comunidade precisa enchergar na igreja um refúgio para as suas necessidades espirituais e sociais.
         Frisar que a igreja precisa servir como comunidade terapêutica ouvindo os oprimidos, que deve pregar a esperança para os agredidos e ensinar a se defender dos agressores é mais que um objetivo, é um dever social.
         É de uma eficácia muito precisa dizer que muitos cristãos casados que estão de forma pacífica nos assentos congregacionais, podem estar vivendo uma vida de violência doméstica sem que a igreja saiba. Por isto é importante uma equipe de assistência social que faça visita nos lares e que preste relatório ao seu pastor que com toda ética deve investigar a situação. Normalmente é o homem o agressor, mas não podemos negar que uma mulher pode também ter um gênio extremamente agressivo. É necessário que as mulheres busquem ajuda na igreja para orientação espiritual, mas que recorra também aos recursos sociais, denunciando o agressor. 
        Ajudar o oprimido estudando as suas queixas é de grande valor terapêutico, contudo, não é o bastante. Ouvir e pedir que o oprimido continue orando e entregando tudo nas mãos de Deus, que na hora certa Ele agirá não é o correto,  vítima tem de ser ouvida. Mas em uma situação dessas é especialmente importante que sua forma de escutar seja mais do que apenas colher informações, é necessário prover ajuda.
        No tópico primeiro, sub-tópicos 1.1 ( A necessidade de as pessoas serem ouvidas ) percebemos que as pessoas tem resistência em dialogar abertamente sobre suas vidas porque temem o agressor, sentem-se envergonhadas e subjugadas. A vítima precisa confiar na sua igreja e vencer todas as barreiras porque a sua integridade física é garantida por lei, dessa forma, é a lei que a protege. Nós precisamos de ouvidoria consciente do dever social da igreja. As atitudes contra a violência doméstica devem ser proporcionais e com apelo a justiça pois a vitima poderá correr risco de vida... como temos observado através dos meios televisivos. Enfim, conforme o tópico primeiro, a liderança e a igreja devem se posicionar expressando sua opinião que deve ser a de Deus, isto é, a proteção da família. Sem esquecer de responsabilizar judicialmente tal criminoso.
        O tópico 2 fala sobre o valor da esperança para os que sofrem violência.  “Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade” (Sl 71.5). A Palavra de Deus ensina ao agredido, agressor e toda congregação que Deus não é indiferente e a igreja precisa se posicionar. Em João 10:10- O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância, percebemos que Deus se lembra do oprimido , mas a mão de Satanás está relacionada a esta ação de violência e falta de respeito. O Senhor Jesus e o sofrimento humano; este pensamento nos faz lembrar que pelo fato do senhor Jesus ter sofrido várias dores é capaz de, pela empatia, se compadecer das nossas dores. Há esperança para os que sofrem. A esperança está ligada a fé e é, juntamente com a caridade a razão da nossa sobrevivência. Sem esperança, fé e caridade a vida se torna insustentável, o agredido precisa ter fé e esperança, mas a igreja precisa atuar com a caridade.
          As ferramentas para desarmar o agressor, de acordo com o terceiro tópico devem ser utilizadas. A apatia não combina com igreja, ela deve ser empatia, isto é, é preciso tomar atitudes que ajudam não somente a vítima, mas o agressor para o caminho da recuperação.
             A Igreja como porta-voz dos oprimidos não deve se calar. as estatísticas são alarmantes e o resultado final, na maioria das vezes, é o assassinato. A sociedade não está satisfeita e a igreja não pode se conformar em ver um irmão sentado como santinho na igreja e em casa ser um espancador. A violência doméstica agora é crime, temos a Lei Maria da Penha conscientizando a população e, dessa forma, o agressor precisa saber que se agredir poderá ser preso. A sociedade não aceita mais este tipo de violência contra a mulher. Ainda com tudo isto, não se deixe dominar pelo sentimento de revanche e vingança pois se o agressor se arrepender e a agredida resolver conscientemente perdoar, Deus é capaz de mudar esta história.
              O comentarista foi muito feliz e corajoso na abordagem deste tema pois a violência domés-tica é um fato e não pode ser negligenciada. Existem terapias de ajuda a casais, é necessário verificar a origem da violência e tratar o agressor. Muitas vezes a questão não é espiritual; se faz necessário a ajuda de um especialista. A agredida deve se posicionar e pedir ajuda e não aceitar passivamente esta situação. As famílias estão doentes e precisam de socorro ( espiritual e psicológico ). Dessa forma, o Senhor pode, com seu poder, trazer recuperação para as famílias através das ações amorosas do povo de Deus. 
             


Fontes:
Bíblia Sagrada –Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel.
Revista: PONTOS SALIENTES DA NOSSA FÉ– Editora Betel - 2º Trimestre 2013 – Lição 09


EV- REGINALDO SILVA DE LYRA

sexta-feira, 31 de maio de 2013

CUIDADO COM OS MANÍACOS DO COLETIVO; PODE TER UM PERTO DE VOCÊ

CUIDADO COM OS MANÍACOS DO COLETIVO; 
PODE TER UM PERTO DE VOCÊ

          Hoje em dia está na mídia, a todo momento, o fato do abuso sexual nos meios de transporte coletivo e em particular no ônibus. 
           No passado ouvia-se indignado a questão do encostar de leve sob a desculpa do coletivo lotado, contudo, estamos estarrecidos com esta onda abusiva que parece está se multiplicando e tornando mais agressiva.
         Foi veiculado através da televisão, rádios e jornais a ou-sadia de alguns homens que, no ônibus, colocaram os seus membros para fora da calça e estabeleceram contato mais íntimo com suas vítimas.
          Estes doentes estão ficando cada vez mais agressivos e as abusadas precisam perder o medo e a vergonha e, dessa forma, devem denunciar o ato. Mas por que algumas não denunciam? uma pesquisa informou que além do medo e da vergonha algumas abusadas deixam de denunciar por causa do "sentimento de culpa".
            Este sentimento de culpa as vezes está  fundamentado  em duas hipóteses: a primeira diz respeito a questão da sua vestimenta que foi tão sensual que chamou a atenção do agressor e a segunda está no fato da gratificação, isto é, em determinado momento ela sentiu prazer em ser desejada e o contato físico foi agradável pois o agressor era bonito e sensual, mas depois veio a vergonha de si mesma pelo seu sentimento.
            O  caso  é tão grave que estão surgindo maníacos estupra-dores que na sua loucura estão violentando mulheres na presença de outros passageiros apelando inclusive a penetração com uso de armas como meio de opressão.
           A  psicanálise  enquadra  este  tipo de  agressor que sente grande prazer sexual em friccionar seu pênis em uma mulher vestida. mas também reconhece que algumas pessoas  sentem o mesmo prazer quando são friccionadas. Os homens, em particular, quando são friccionados por mulheres sentem prazer e não se abstém de suas posições para evitar o abuso.
        Enfim, a ofendida deve tomar uma postura para que o agressor não torne-se mais ousado partindo para métodos mais íntimos. a exemplo disso, sabe-se do relato de uma mulher que dormiu na condução e quando acordou percebeu que um homem estava tentando introduzir seu pênis em sua boca forçando uma relação oral... absurdo... CUIDADO COM OS MANÍACOS DO COLETIVO; PODE TER UM PERTO DE VOCÊ.

Reginaldo s. de Lyra
         

             

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