SEJA BEM VINDO VISITANTE Nº

VISITANTES

BEM VINDO VISITANTE:

PSICANÁLISE: SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL

  • PSICANÁLISE: SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL

TEOLOGIA

  • CRISTIANISMO, INFORMAÇÃO E CULTURA

PESQUISA

FAÇA A TUA PESQUISA AQUI. É SÓ DIGITAR, CLICAR E VISUALISAR A FAIXA VERDE ABAIXO

PESQUISA

  • INFORMAÇÃO GERAL E CONCURSOS

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Jacques Lacan - Biografia


Em Paris no dia 13 de abril de 1901 nascia Jacques Marie Émile Lacan - um ano depois do lançamento da obra a “Interpretação dos sonhos”, de Sigmund Freud. Lacan era o primogênito de uma próspera família católica, burgueses de origem provinciana. Seu irmão caçula Marc Marie nasceu seis anos depois e veio a entrar para a ordem dos beneditinos.
O pai de Lacan era Alfred Lacan que não se ocupava de coisas intelectuais. Já a sua mãe, Emile Baudry, proporciona ao filho uma vasta cultura cristã e um ardoroso misticismo.
Jacques Lacan não renega a cultura religiosa que recebeu, mas abandona toda a crença em Deus e toda participação na prática cristã. Isso fica marcado pela decisão de não mais usar o prenome Marie ligado a Jacques.
Lacan estudou no Colégio Stanislas, dirigido por jesuítas. Sempre foi um aluno brilhante. Em 1919 Lacan matricula-se na faculdade de medicina, no ano seguinte começou o curso e a partir de 1926 especializou-se em psiquiatria. Paralelamente estudava literatura e filosofia e se aproximou do movimento surrealista. Fez amizade com René Salvador Dali, encontra Breton, lê os trabalhos de Pichon, em quem admira um novo mestre da língua.
Dois dos grandes mestres do jovem Lacan foram: Henri Wallon (e sua teoria do estágio do espelho); e Alexandre Kojéve (nos seus comentários sobre Hegel).
Revoltado com o crescimento nos Estados Unidos da escola da “Psicologia do Ego”, que Lacan acreditava estar deturpando o real sentido da psicanálise, resolveu dirigir seus estudos para uma releitura de Freud.
Lacan é um autor polêmico – discutido e admirado, para alguns teóricos é considerado o maior psicanalista depois de Freud, ou até mesmo do seu porte; para os seus críticos, a teoria lacaniana é um retrocesso da psicanálise, um desvirtuador da teoria freudiana. Amado ou odiado... Lacan jamais passa despercebido. 
Entre 1928 e 1929 trabalha como interno ao Serviço de Enfermaria Especial da Delegacia de Polícia, dirigida por Clérambault, a quem no futuro Lacan veio a reconhecer como o seu único mestre em psiquiatria.
Entre 1929 e 1930 passa no Instituto de Psiquiatria e de Profilaxia Mental do Hospital Henhi-Roussele.
Em 1931 após examinar Marguerite Pantaine, que havia tentado assassinar a atriz Huguette Duflos, escreve uma monografia que está na gênese da sua tese de doutorado. 
Em 1932 inicia sua análise com Rudolf Loenstein. Defende sua tese de doutorado “Da psicose paranóica em suas relações com a personalidade”. Lacan envia um volume de sua tese para Freud, recebendo como resposta apenas um cartão postal.
Em 1934 Lacan casa-se com Marie Louise Blondin com quem tem três filhos: Caroline (1937), Thibault (1939) e Sybille (1940). Neste mesmo ano decide orientar-se para a psicanálise. É nomeado médico dos Asilos e adere a “Société Psychanalytique de Paris” (SPP) (que foi fundada em 1926.
Em 1936, obtém o título de Médico dos Hospitais Psiquiátricos; torna-se membro da Sociedade Psicanalítica de Paris (SSP). Nesse mesmo ano inicia relações com Sylvia Bataille. E em 1941 separa-se de sua primeira esposa e tem uma filha Judith Sofhie, filha de Lacan com Sylvia. 
Em 1951 dá início aos Seminários, uma série de apresentações orais que foram reunidos em livros. A técnica de sessões curtas gera controvérsias na SSP.
Em 1953 faz conferencias fundamentais como: O Mito Individual do Neurótico (em que utiliza pela primeira vez a expressão Nome-do-Pai); O Real o Simbólico e o Imaginário (onde coloca suas teorias sob o signo do retorno a Freud); Função e Campo da palavra e da Linguagem em Psicanálise. Deixa a SSP junto com Françoise Dolto, Daniel Lagache e outros 40 analistas. Funda a Sociedade Francesa de Psicanálise (SFP). Realiza o Seminário Os Escritos Técnicos de Freud (esse foi o primeiro Seminário de Lacan que foi registrado por estenotipista, possibilitando posterior publicação).
A IPA não vê com bons olhos a rebeldia de Lacan às regras técnicas em vigor. Lacan interrompe sessões a seu gosto, recebe pessoas a qualquer hora, fica muitíssimo com um cliente num dia e, no outro, dez minutos... Come refeições durante as sessões, anda de um lado para o outro, aceita famílias em análise. A técnica lacaniana é alvo de uma contestação permanente. Em 1951, a comissão de ensino exige que Lacan regule sua situação. 
Em 1963 a IPA admite a filiação da SFP. Em 1964 Lacan fundou a Escola Freudiana de Paris (EFP) com antigos alunos como: Françoise Dolto, Maud e Octave Mannoni, Serge Leclaire, MOustapha Safouan e François Perrier. A formação lacaniana é complexa e bem mais exigente que a universitária; é uma formação de um a um, não há padronização. Na teoria lacaniana o analista empresta conseqüência às palavras do analisando.
Em 1966 reúne seus escritos em um único volume os Escritos. Em 1967 propõe a criação do “passe”, que seria um dispositivo regulador da formação do analista. Em 1980 ele anuncia a dissolução da EFP e funda em outubro a Escola da Causa Freudiana
Em 9 de setembro de 1981 Lacan, morre em Paris.   

Fonte: http://artigos.psicologado.com/abordagens/psicanalise/jacques-lacan-biografia#ixzz2UDsvWNK4
Psicologado - Artigos de Psicologia 

terça-feira, 21 de maio de 2013

LUTO E DEPRESSÃO


Considerações sobre  Luto e Melancolia (Trauer und Melancolie) de Freud

Escrito por: Flora Fernandes Lima |  Publicado em: 31 de Julho de 2009

    
Freud busca nesse texto fazer considerações a respeito da natureza da melancolia comparando-a com o afeto normal do luto e limitando-se a discutir apenas suas manifestações de origem psicogênica. A correlação colocada por Freud entre luto e melancolia justifica-se pela semelhança no quadro geral dessas duas manifestações. O luto caracteriza-se pela reação normal relativa à perda de um ente querido e a melancolia, hoje nomeada como depressão, é um diagnóstico de grande incidência na população mundial. Tenta-se a seguir fazer breve apanhado desse escrito de Freud relacionando-o com outros estudos na área.
  

Luto

O luto, de maneira geral, manifesta-se como estado de reação a perda de algo amado e não implica condição patológica desde que seja superado após certo período de tempo. Suas características assimilam-se muito as da melancolia que possui como traços marcantes desânimo profundo e penoso, cessação de interesse pelo mundo externo e inibição de toda e qualquer atividade. A característica de maior peso na diferenciação dos dois estados é presença de baixa auto-estima e auto-recriminação muito comuns na Melancolia e inexistentes no luto normal.
No luto profundo existe a perda de interesse pelo mundo externo a não ser que se trate de circunstâncias ligadas ao objeto perdido. Há a dificuldade de adotar um novo objeto de amor. A inexistência do objeto exige grande esforço para redirecionamento da libido. A oposição a esse redirecionamento da libido pode acontecer de maneira tão intensa que dá lugar a um desvio de realidade (psicose alucinatória), entretanto, essa manifestação não ocorre no luto normal.
Com relação ao luto normal é importante salientar que a perda do ente amoroso não constitui presença de auto-recriminação, mas, em pessoas nas quais existe pré-disposição para neurose obsessiva pode haver a culpa pela perda. O sujeito pode ter a sensação que pode ter ajudado no processo de perda, pode vir a achar que a desejou.
 A superação do luto é realizada pouco a pouco e com grande gasto de energia. O desligamento do objeto perdido se dá através da evocação e hipercatexização de cada lembrança relativa ao objeto. Quando o trabalho de luto se conclui o ego fica outra vez.
Em meados da década de 1960, a psiquiatra Kübler-Ross, estuda a partir de sua experiência profissional com pacientes terminais as fases pelas quais passaria o luto. A obra Sobre a morte e o morrer, publicada em 1969, analisa os estágios pelos quais passam as pessoas no processo de terminalidade: negação e isolamento, raiva, barganha, depressão e aceitação (COMBINATO e QUEIROZ, 2006)
As reações de luto, que se estabelecem em resposta à perda de pessoas queridas, caracterizam-se pelo sentimento de profunda tristeza, exacerbação da atividade simpática e inquietude. As reações de luto normal podem estender-se até por um ou dois anos, devendo ser diferenciadas dos quadros depressivos propriamente ditos. No luto normal a pessoa usualmente preserva certos interesses e reage positivamente ao ambiente, quando devidamente estimulada. Não se observa, no luto, a inibição psicomotora característica dos estados melancólicos. Os sentimentos de culpa, no luto, limitam-se a não ter feito todo o possível para auxiliar a pessoa que morreu; outras idéias de culpa estão geralmente ausentes (DEL PORTO, 1999)

 

Melancolia

A melancolia também pode vir a ser reação de perda do objeto amado, objeto este que não precisa ter necessariamente morrido e sim ter sido perdido enquanto objeto de amor. Em alguns casos pode-se constatar a perda, entretanto, não se sabe exatamente o que se perdeu (sabe-se, por exemplo, quem se perdeu, mas não se sabe o que se perdeu nessa pessoa). No melancólico não se pode ver exatamente qual o conteúdo da perda.
Diferentemente do processo de luto, apresenta o ego como desprovido de valor, incapaz de qualquer realização. A baixa auto-estima pode estar associada à insônia e a recusa em se alimentar. A gênese da melancolia, segundo Freud, estaria numa ligação objetal que mostrou ser uma catexia de pouco poder de resistência sendo logo liquidada.
A libido nesse caso, sem ter direcionamento, desloca-se para o ego estabelecendo uma espécie de identificação deste com o ente perdido. A perda objetal passa a ser uma perda do próprio ego.
Nos casos de catexia de pouca resistência constata-se que a escolha amorosa é feita sob uma base narcísica, dessa forma, a libido ao deparar-se com obstáculos pode retroceder ao narcisismo. Conclui-se, portanto, que mesmo em conflito com a pessoa amada não é preciso renunciar à relação amorosa.
O amor pelo objeto não pode ser renunciado, mesmo que o próprio objeto o seja. Sendo assim, o afeto volta-se contra o ego como substitutivo fazendo-o sofrer e tirando satisfação sádica de seu sofrimento. Esse aspecto solucionaria o enigma do suicídio. Isso só ocorreria, no entanto, quando o ego trata a si mesmo como objeto de forma a encaminhar-lhe toda a hostilidade originalmente pertencente ao mundo exterior.
A melancolia tem uma tendência a se transformar em mania. O conteúdo relatado pelos pacientes com mania na prática clínica, segundo FREUD (1917), em nada difere do conteúdo da melancolia, como se ambos lutassem contra o mesmo complexo. Na melancolia o ego sucumbiria ao mesmo e na mania já o teria superado resultando disso um estado de alegria por alívio, de economia de energia. Nesse último caso a libido fora liberada para novas catexias objetais.
Nos critérios atuais colocados pelo DSM-IV conta ainda com muitos critérios, similares aos antes mencionados por Freud como perda de peso por recusa à alimentação, insônia e mesmo sentimento de inutilidade e culpa excessiva, sendo esta última diferencial importante com relação à melancolia e luto patológico. A correlação da melancolia com a mania é explicitada pela grande ocorrência casos de Transtorno Bipolar, corroborando em muito também algumas das afirmações de Freud.

Referências

COMBINATO, Denise Stefanoni; QUEIROZ, Marcos de Souza. Morte: uma visão psicossocial. Estud. psicol. (Natal),  Natal,  v. 11,  n. 2, Aug.  2006 .   Available from . access on01  July  2009.  doi: 10.1590/S1413-294X2006000200010
DEL PORTO, José Alberto. Conceito e diagnóstico. Rev. Bras. Psiquiatr.,  São Paulo, 1999. Available from . access on01  July  2009.  doi: 10.1590/S1516-44461999000500003.
FREUD, Sigmund. (1917 [1915]). Luto e melancolia. In: FREUD, Sigmund. Obras Completas. v. 14. Rio de Janeiro: imago Editora, 1969.


terça-feira, 14 de maio de 2013

OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO CRISTÃO


Paulo Cesar Marins Cesar
Paulo Cesar Marins Cesar atualizou seu status: "Namoro Cristão:
Os 10 Mandamentos do Namoro

Quais são os 10 mandamentos do namoro?

Namoro é uma fase muito bonita. É definida como o ato de galantear, cortejar, procurar inspirar amor a alguém. O namoro cristão, tenha a idade que tiver, deve ser uma convivência afetiva preliminar que amadurece e prepara o casal para o compromisso mais profundo. O contrário disso, longe dos princípios de Deus, pode resultar em uma experiência nociva e traumática. Observe alguns princípios que ajudam a manter o seu namoro dentro do ponto de vista de Deus.

1. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

2. Não se prenda em um jugo desigual (II Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

3. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

4. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

5. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

6. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

7. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

8. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

9. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

10. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.

Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

Fonte: Solteiros Cristãos"

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Fatores de Risco e Proteção para Dependência Química em Idosos


          
Avalie este Artigo:
Resumo: O presente artigo trata-se de uma pesquisa bibliográfica sobre o envelhecimento e uso de drogas psicoativas na terceira idade.  As pesquisas sobre a dependência química entre os idosos em nossa sociedade tem se mostrado um fenômeno relativamente novo mais real. Muitos acabam se tornando dependentes por algumas variáveis associadas a fatores de risco como: pobreza, exclusão social, abuso de medicamentos, perdas de entes queridos, debilidades físicas e psicológicas, abandono familiar, solidão, esses fatores podem ser visualizados não somete sob perspectiva isolada, mas principalmente como acúmulo de fatores. Por fim, buscou-se verificar quais os fatores potenciais de proteção ao indivíduo frente às adversidades.
palavras-chave: dependência química; idosos; envelhecimento; fatores de risco; fatores de proteção; tratamento.
A construção do significado da velhice é permeada por crenças, mitos, preconceitos, estereótipos que, nesta sociedade expressam-se por meio de representações depreciativas do fenômeno do envelhecimento e do sujeito que envelhece, definindo o seu lugar social de acordo com seus diferentes papéis (Zimerman, 2000).
Para efeito legal, idoso é a denominação oficial de todos os indivíduos que tenham sessenta anos de idade ou mais. Esse é o critério adotado para fins de censo demográfico, utilizado também pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelas políticas sociais que focalizam o envelhecimento (Rodrigues et al, 2006).
Para o Brasil a expectativa de vida é de que em 2050 haverá mais idoso que crianças abaixo de 15 anos. Nosso país está passando por um fenômeno nunca visto antes e é claro que como todo país em desenvolvimento não está preparado para enfrentar as novas demandas emergentes. É fato que parte das dificuldades encontradas pelos idosos está mais relacionada a uma cultura que o desvaloriza e o limita. O objetivo do presente artigo é realizar uma reflexão acerca do aumento do número de idosos envolvidos com a dependência química (Ministério da Saúde, 2010).
O uso e abuso de substâncias entorpecentes é uma das questões que está emergindo entre os idosos. Embora os transtornos por uso de álcool e outras drogas seja a terceira condição psiquiátrica mais prevalente, só perdendo para os depressivos e a demência, poucos estudos clínicos e experimentais tem sido realizados, a isso se deve, em parte, aos preconceitos relacionados com a idade (Ministério da Saúde, 2010).
Atualmente não há dados estatísticos no país, confirmando o aumento significativo de idosos dependentes e hipóteses de variáveis que contribuíram para este fato. Estima-se que em 2020 teremos duas vezes mais o número atual de idosos com comportamento abusivo de consumo de drogas. Castro e at all (2010) destacaram que o fenômeno refere-se à geração entre os anos 1946 e 1964, período em que as taxas de consumo eram elevadas.
Há dois grupos de usuários: os de início precoce, são os que geralmente já se encontravam na condição de dependente químico antes de entrar na velhice e com histórico de tentativas de tratamentos anteriores; os de início tardio, que foram os que apresentaram a dependência após a velhice, sendo este grupo o foco principal do presente estudo (Castro, e at all, 2010).
Primeiramente é importante fazermos uma breve reflexão histórica quanto ao uso de substâncias entorpecentes em nossa sociedade. O uso e abuso não é algo recente na humanidade pois sempre foram utilizados para diversas finalidades e rituais.
Os chineses usavam ópio há milênios, como os árabes usavam haxixe e os egípcios já conheciam o uso de bebidas alcoólicas. Na antiguidade, as drogas eram utilizadas como remédios, em rituais e eram oferecidas aos deuses (Neves, 2009).
É importante deixar claro que ainda hoje algumas sociedades aceitam o uso de tais substâncias para a realização de rituais conforme já citados. Contudo o uso de drogas psicoativas passou a ser motivo de preocupação no processo de envelhecimento em algumas sociedades a partir do século XIX, despertando a realização de inúmeras pesquisas sobre a dependência e suas consequências.
No Brasil existem 21 milhões de idosos, cerca de 11% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística-IBGE estima-se que 20% desta população tem envolvimento com o uso de substâncias entorpecentes. 
Nosso foco no presente estudo é o envolvimento dos idosos com duas drogas de maior uso atualmente por este público, segundo as pesquisas: o álcool e o crack (Neves, 2009).
Analisou-se as possíveis variáveis do grupo de idosos que desenvolveram dependência das substâncias acima citadas em período tardio, isto é na velhice. Hipotetiza-se que este fenômeno esteja associado a perdas diversas e eventos estressores tais como: aposentadoria, morte de entes queridos, surgimento de debilidades físicas e psíquicas (Neves, 2009).
Haggerty, Sherrod, Gamezy & Rutter (2000). Pesce, Assis, Santos & Carvalhaes (2004) e Grünspun (2011), descrevem que há fatores de risco que podem levar alguém ao uso abusivo de substâncias químicas, da mesma forma, há estratégias que podem ser utilizada como fatores de proteção.
Os fatores de risco relacionam-se com uma ampla gama de variáveis de eventos que se configuram como obstáculo ao nível individual ou ambiental e facilita a vulnerabilidade do sujeito aumentando a probabilidade do indivíduo apresentar problemas físicos, sociais e emocionais (Pesce, Assis, Santos & Carvalhaes, 2004).
 Também considerou-se, os fatores de risco que representam eventos adversos e que se tornam obstáculos potencializados de efeito de um estressor. (Pesce, Assis, Avanci, Santos, Malaquias, Carvalhaes, 2005).
O conceito de fator de risco estava associado inicialmente ao modelo biomédico, sendo frequentemente relacionado ao termo mortalidade. Um exemplo de fator de risco é a utilização do tabaco para doenças como câncer do pulmão (Haggerty, Sherrod, Gamezy & Rutter, 2000; Grünspun, 2011).
Somente a partir da década de 1980, que o termo foi associado aos estudos sobre desenvolvimento humano (Horowitz, 1992). Primeiramente, os estudos procuravam definir e identificar os fatores de risco ou as adversidades, a fim de avaliar sua influência no desenvolvimento das crianças, adolescentes e principalmente para  organizar intervenções voltadas à redução de problema de comportamento nessa população. Entretanto os riscos podem atuar não só na infância ou na adolescência, mas em qualquer etapa do ciclo vital.
Os fatores de risco podem resultar em perturbações psicológicas, respostas mal-adaptivas e consequentes resultados para o desenvolvimento do indivíduo.
Diversos pesquisadores analisaram que algumas variáveis têm sido associadas a fatores de risco como, pobreza, exclusão social, baixo nível de escolaridade, abuso de medicamentos, aposentadoria, doenças, morte de entes queridos, debilidades físicas e psicológicas, sentimento de abandono, dificuldades nos relacionamentos sociais e afetivos, rupturas familiares, perdas significativas, violência física e psicológica, solidão, ageismo, atitudes discriminatórias e preconceituosas.
A análise destes fatores pode ser visualizado não somente sob perspectiva isolada, porém  principalmente por acúmulo de vários desses   fatores complexos, sobretudo por avaliar que eles encontram-se entrelaçados, isto é, um fato pode estar influenciando ou desencadeando outro. Nessa perspectiva é importante destacar os fatores, variáveis ou mecanismo de risco não ocorrem de forma isolada e sim de forma multideterminada.
Neste contexto, risco ou adversidades são variáveis ambientais ou contextuais que aumentam a probabilidade de ocorrência de algum efeito indesejável no desenvolvimento (Cowan 1996, Pesce, 2004). Ou seja, os fatores de risco são aqueles que aumentam a probabilidade de um individuo apresentar comportamentos negativos e mal adaptados durante o seu desenvolvimento.
O fato de haver fatores com potencial capacidade para minorar eventuais efeitos negativos ou disfuncionais na presença do risco é um tema que instiga o interesse de pesquisadores das áreas da saúde mental e da psicopatologia. Por serem considerados capazes de proteger o individuo frente à adversidade, tais fatores são denominados como mediadores, protetores ou de proteção (Cowan 1996, Pesce, 2004).
Embora seja válida a identificação de potenciais fatores de proteção ao desenvolvimento e a qualidade de vida, Rutter (1987) adverte para a importância de se focarem os mecanismos e os processos protetores associados e não apenas o produto. Isso quer dizer que, ao invés de somente buscar tais variáveis é necessário compreender de que forma elas atuam na redução dos impactos da adversidade.
Esse autor argumenta que os fatores de proteção só atuam ou têm efeito na presença de um fator de risco. Populações que não estão expostas a potenciais de risco só acionam os fatores protetores na ativação de fatores de rico (Rutter, 1987).
Os mecanismos protetores reduzem também o impacto do risco através da alteração do significado ou do perigo de risco considerado pelo indivíduo. Da mesma forma, a redução ocorre pela alteração da exposição ou do envolvimento do individuo com o risco, pela redução das reações negativas decorrentes da exposição ao risco, pela manutenção de autoestima e auto eficiência e, ainda pela criação de oportunidades para reversão dos efeitos do estresse (Rutter, 1987). Da mesma forma, a redução ocorre pela alteração da exposição ou do envolvimento do individuo ao risco.
Três classes principais de fatores de proteção foram identificados por Mastem e Garmezy (1985). São elas 1) atributos disposicionais, como autoestima, 2) coesão familiar e ausência de conflitos, e 3) disponibilidade de redes de apoio social que encorajam o indivíduo a lidar com as adversidades efetivamente.
Martin Seligman (1998) discute acerca dos fatores de proteção da saúde. Dentre as variáveis positivas tem-se estudado recentemente, o otimismo, a espiritualidade, a criatividade e a imagem corporal, que são associados ao bem-estar e à qualidade de vida de pessoas doentes e não doentes e também os seus cuidadores (Silva e Alves 2007).
Algumas variáveis têm sido associadas a fatores de risco tais como a pobreza que é um problema sério, degradante e tema, exaustivamente, debatido pela humanidade.  Lavinas (2003) aponta que a pobreza pode ser vista como a carência ou a privação de meios essenciais que garantam a sobrevivência de um indivíduo. Nesse caso, o indivíduo pobre é aquele que tem sua condição humana ameaçada pela insatisfação de suas necessidades básicas ou pela incapacidade de buscar meios que garantam sua satisfação. Contudo, numa abordagem social, Carneiro (2005) propôs para um quadro de pobreza seria a privação de capacidades e classifica como pobres aqueles indivíduos que carecem de recursos básicos para operarem no meio social, que necessitam de oportunidades para alcançar níveis minimamente aceitáveis de realizações.
A condição de pobreza é considerada um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento humano. Estudos evidenciam que as famílias que vivem em situação de exclusão social são vulneráveis a problemas relacionados ao uso e abuso de substâncias psicoativas (OMS 2001).
Uma família é considerada pobre quando a soma de seus rendimentos é insuficiente para suas necessidades básicas, alimentação, saúde, educação, moradia e transporte, entre outras necessidades fundamentais (Rezende e Tafner, 2005). No Brasil, tal questão é associada ao valor do salário mínimo, ou seja, são consideradas pobres aquelas famílias cuja renda mensal é inferior a meio salário mínimo por pessoa. Pobreza e exclusão social, são termos usados hoje quase como sinônimos, são excluídos socialmente todos aqueles que não têm condições econômicas de participação, seja na vida social como um todo, seja em algum de seus aspectos. (Rezende e Tafner, 2005).
A aposentadoria também é associada a fatores de risco, pois nesse período o idoso vivencia a perda de papeis sociais como autonomia, mortes de amigos e parentes, Saúde em declínio, isolamento social, restrições financeiras. Muitas vezes todas essas transformações que acompanha o processo de envelhecimento são somadas ao ageismo, termo utilizado pela primeira vez em 1969 por Robert Butler que o conceituou como meio de intolerância a idade (Falcão e Dias, 2006).
A velhice em algumas sociedades aparece como uma espécie de segredo vergonhoso do qual é “indecente falar” (Beauvoir, 1990) isso leva alguns idosos a sentir medo e preocupação em relação à velhice, principalmente se esse idoso se encontra em condição financeira desfavorável, com recursos insuficientes, alguns nessas condições são relegados ao abandono. Em alguns casos, a velhice dos homens assemelha-se muitas vezes a dos bichos (Beauvoir, 1990). Será que estamos condenados ao abandono por causa do “sistema capitalista”?
O preconceito também é uma das violências disparadas ao idoso, é a massificação de ideias pré-concebidas e estigmatizadas como alguém “chato”, “vovô”, “vovó”, “do cabelo branco”, “sorriso bondoso”, etc. São vários os comentários tais como: velho, velho tem que dar lugar para os jovens, não escutar o velho, velho não tem vida sexual entre outros. Esse tipo de pensamento leva a uma despersonalização do idoso, levando-o a uma condição de boneco sem vida própria. A massificação leva a um todo e quem é todo não é nada.
Em uma sociedade consumista como a nossa o velho tornou-se descartável, os relacionamentos afetivos duram cada vez menos, assim como os casamentos e os velhos são considerados ultrapassados, já tiveram a sua época e que agora já não serve mais, levando-o a um sentimento de perca de utilidade (Zimerman, 2000). O resultado é a negação de oportunidades do velho ser útil a si mesmo e aos outros, de  divertir-se, aproveitar a vida.
O envelhecimento traz uma série de mudanças psicológicas que podem levar a várias dificuldades como: adaptação a novos papéis, falta de motivação para planejar o futuro, de trabalhar as perdas orgânicas, afetivas e sociais; adaptação à mudanças, alterações psíquicas que exigem tratamento, baixa auto-imagem e autoestima (Zimerman, 2000).
A discussão sobre o tema é bastante ampla Costa (2012) em recente entrevista relata que o número de idosos sofrendo de problemas com as drogas, cresce visivelmente e que os principais fatores que influenciam o aumento de casos de dependência química na terceira idade são: o isolamento social (viver sozinho, ou sem parceria), baixa condição social, grande quantidade de medicação e polifarmácia. E que as principais substâncias psicoativas usadas pelos idosos são:  o álcool, a nicotina, maconha, cocaína, heroína, haxixe, crack, esta última, como sendo a mais consumida, nesta faixa etária. 
A autora afirma que existem pesquisas apontando para o uso do crack na terceira idade. Isso torna-se muito preocupante, pois, há acentuadas consequencias, com alterações fisiológicas, como por exemplo: o envelhecimento mais acelerado e uma maior incidência das inúmeras doenças crônicas comuns  nessa idade (Costa, 2012).
Sobre o álcool, ela relata que ainda hoje é considerado uma droga lícita, identificam-se dois grupos de idosos que têm problemas com o álcool: os que tinham na vida adulta e mantiveram o seu padrão de uso após os 60 anos (dois terços do total), e aqueles que começaram o abuso já na terceira idade (um terço do total).
Costa (2012) também acrescenta que muitas vezes um idoso pode usar o álcool como automedicação, no sentido de aliviar dores físicas e emocionais. Em outras circunstâncias, beber vem acompanhado da dependência do tabaco, o que piora sobremaneira, as condições de saúde física. E que idosos utilizam vários medicamentos de uso contínuo, dos 100 fármacos mais prescritos, mais da metade interage com o álcool.
Quanto ao consumo das drogas psicotrópicas, a religião vem sendo claramente identificada como um fator protetor ao uso de drogas, tanto no Brasil quanto no exterior. Um estudo empírico que comprova essa relação entre religião e drogas foi realizado na Irlanda onde o pesquisador observou 458 estudantes universitários daquele país e notou que os estudantes que tinham maior frequência em cultos religiosos tinham menor consumo de álcool (Parfrey, 1976).
Fenômeno semelhante foi relatado por Adlaf e Smart (1985) no Canadá. Em seus estudos foi verificado que a frequência com que os jovens participavam de cultos religiosos era um bom indicativo se eles estavam mais propensos ou não ao uso de drogas. O interessante é que não houve grande diferença entre as diferentes denominações religiosas no tocante ao número de pessoas com essa patologia, a questão não era a fé professada, mas sim professar uma fé.
A religiosidade é também um importante fator de proteção, para tanto é necessária a conceituação dos termos religiosidade e espiritualidade. Conforme proposto por Sullivan (1993), a espiritualidade é uma característica única e individual que pode ou não incluir a crença em um "Deus", sendo responsável pela ligação do eu com o universo e com os outros. Engloba a necessidade de busca do bem-estar, crescimento, além da percepção do significado do mundo e daquilo que realmente valeria à pena. A religiosidade, segundo Miller (1998), consistiria na crença e prática dos fundamentos propostos por uma religião.
Por intermédio dos fundamentos pregados, a religiosidade auxiliaria na construção da personalidade do indivíduo, incutindo-lhe valores morais que têm por fim o respeito e a preservação da vida, como já descrito por Miller (2000).
Quando se consideram os temas relativos à espiritualidade e à religiosidade no tratamento da dependência de drogas, nota-se nitidamente a preferência dos pesquisadores em estudar o papel dos grupos com base espiritual, mas não religiosa, como os alcoólicos anônimos (AA).
Masten e Garmezy (1985) identificaram outros fatores de proteção: autoestima e similares; coesão familiar, ausência de conflitos, condições do próprio indivíduo (expectativa de sucesso no futuro, senso de humor, otimismo, autonomia, tolerância ao sofrimento, assertividade, estabilidade emocional, engajamento nas atividades, comportamento direcionado para metas, habilidade para resolver problemas, avaliação das experiências como desafios e não como ameaças e nas redes de apoio (um ambiente tolerante aos conflitos, e reconhecimento e aceitação).
A OMS afirma que a pessoa com menor possibilidade de utilizar drogas seria aquela bem informada sobre os efeitos das drogas, com boa saúde, com qualidade de vida satisfatória, bem integrada na família e na sociedade e com difícil acesso às drogas. Embora esses conceitos tenham sido elaborados visando o adolescente, cabe perfeitamente a qualquer outra faixa etária.
Segundo o relatório da OMS de 2001 considera que as drogas lícitas como álcool e tabaco, pelo seu impacto, em termos de mortalidade e incapacidade junto às populações, seja de países desenvolvidos ou em desenvolvimento, continuarão como importantes fatores de risco nas projeções para as próximas décadas (2010 e 2020) (Desjarlais, Einsenberg, Good, Kleinman, 1977).
Mas o que pode ser criado ou até mesmo incentivado para que o idoso possa ser protegido deste contexto?
Passamos ao longo da nossa vida ocupando diversos papéis, muitas vezes simultaneamente, o que nos traz sentimentos de pertencimento a alguém, a algo, de ter importância. Há uma troca de afeto, carinho, ideias, sentimentos, conhecimentos, dúvidas. Neste processo somosestimulados a pensar, fazer, dar, trocar, reformular, de aprender e de se atualizar (Zimerman, 2000).
 Segundo Zimerman (2000), quando o indivíduo possui redes de apoio social é desencadeado aspectos como a estimulação física, mental e social. Consequentemente é exercitado a memória, os sentidos, ganha-se auto-confiança e auto-estima.
Dentro deste panorama geral o idoso sente-se em um ambiente que lhe garante aceitação e respeito, cooperando para que o mesmo seja encorajado a lidar com as perdas e adversidades (Zimerman, 2000).
De acordo com o autor cada individuo sofrerá perdas físicas e psíquicas ao longo da vida, de maneiras diferentes. E que cada um deve ser tratado de maneira individualizada respeitando seus limites, levando em conta suas possibilidades de aprender a se adequar a nova realidade. Através da compreensão e treinamentos adequados de quem está ao lado do idoso exercendo os cuidados, é possível que o mesmo venha a ter qualidade de vida, sendo capaz de utilizar todas as suas potencialidades, consequentemente alcançando uma vida mais feliz.
É preciso que o indivíduo deixe de ter preconceito com o seu atual momento, de se libertar de complexos que foram gerados por outras pessoas e que acabaram sendo introjetados por ele mesmo. Deve ser criado força para que este, venha a ter forças para lidar com as pressões sociais, pois pressões sempre existirá. Um exemplo claro deste preconceito que é introjetado é o fato de que se um jovem esquece o guarda-chuvas no banco, presume-se que ele se esqueceu; já se o idoso esqueceu o objeto é porque é esclerosado.
Se durante a nossa vida fazemos projeções para o futuro em cada etapa de nossas vidas como casar-se, ter uma profissão, filhos, quando envelhecemos a projeção do idoso é a morte. Mas ainda que este não venha a ter grandes projeções de futuro é de grande importância o estimulo para uma vida no presente de grande satisfação com a vida que leva agora e poder mostrar que pode e deve viver bem, deixando um legado como modelo de algo bom para o que vem pela frente para gerações futuras. Para isso os estímulos seriam: a família, os amigos, manter as atividades, criar, ter lazer, querer mais e mais aprender (Zimerman, 2000).
Segundo Zimerman (1997), todo ser humano é gregário por natureza, existindo em função dos seus relacionamentos. Como diz Osório (1997), a interação entre os membros de um grupo é o fenômeno que centraliza a atividade de qualquer agrupamento humano. Os seres humanos nascem e pertencem a um primeiro grupo que é a família nuclear; depois, passam a estabelecer outros grupos,como o da escola, trabalho, círculo social, entre outros.
Desta forma, o grupo pode ser uma boa opção para desenvolver um novo estilo de vida que auxilie na proteção.
O fenômeno da pertência, chamado por Zimerman de vínculo do reconhecimento, é o quando cada indivíduo necessita, de forma vital, ser reconhecido pelos demais do grupo como alguém que, de fato, pertence ao grupo. E também alude à necessidade de que cada um reconheça o outro como alguém que tem o direito de ser diferente e emancipado dele (1997:39).
Nestes grupos, opera-se, ainda, a informação-reflexão, que tem como objetivo a conscientização dos idosos para a construção positiva do processo de envelhecer, objetivando a autonomia positiva. Para isso, é preciso estar em sintonia com o que Freire (1980) chama de Educação Libertadora. Esta visa libertar as pessoas dos preconceitos que enrijecem as atitudes e as crenças, acerca de si mesmo e do mundo.
Freire, pertinentemente, afirma: “a conscientização é o olhar mais crítico possível da realidade, que a dês-vela para conhecê-la e para conhecer os mitos que enganam e que ajudam a manter a realidade da estrutura dominante” (1980:29).
Debert estuda esses novos espaços, que trabalham com a temática do envelhecimento na atualidade, denominado-os de “formas de gestão da velhice” (1999:30). São formas que procuram entender o diálogo entre as representações do envelhecimento e as práticas voltadas para um envelhecimento saudável ou bem-sucedido; formas estas, ocupadas pelos diversos programas voltados para a terceira idade, ou para o público idoso.
Neri define qualidade de vida na velhice, onde “envelhecer satisfatoriamente depende do delicado equilíbrio entre as limitações e as potencialidades do indivíduo, o qual lhe possibilitará lidar, em diferentes graus de eficácia, com as perdas inevitáveis do envelhecimento” (1993:13) Sadoum (1991) define a rede social de uma pessoas, como conjunto de relações humanas, com impacto duradouro na vida do indivíduo; como por exemplo, o grupo de outros significativos, aos quais os indivíduos se aproximam aos poucos, formando um sistema de apoio natural. A rede social opera, mobilizando recursos pessoais, e permite aos indivíduos, que necessitam ajuda, atenuarem a sua carga emocional e melhorarem sua capacidade de defesa (apud Arrosi, 1993). Desse modo, pode-se dizer, que o apoio se constitui em um pano de fundo, e a rede social atua mais como uma teia de relações sociais, que rodeiam o individuo, onde o apoio pode fluir ou não.Tendo em vista os conceitos de resiliência, tem sido uma estratégia para recuperar incapacidades e reintroduzir idosos com incapacidade funcional em seus contextos, que contribuem para normalizar funções, adaptar incapacidades às novas realidades, resgatar habilidades e possibilitar reintegração social. Segundo Couto (2005), apoiado em Cowan, Cowan e Schulz, indivíduos resilientes são aqueles que, ao invés de evitarem o risco, demonstram boa adaptação diante dele, esse conceito também se refere à adaptação face ao perigo à capacidade de sair vencedor e renovado de uma prova que poderia ter sido traumática (Laranjeira, 2007).

Conclusão:

A velhice desde sempre constituem desafios a todas as sociedades humanas, entretanto, não existem um modo certo de viver completamente a velhice, pois ela é um acontecimento complexo, e assim, sendo, exige diferentes olhares através da interdisciplinaridade, porque é necessário considerar e olhar o ser humano em sua totalidade e não fragmentada, só assim poderá planejar e gerenciar aspectos econômicos, sociais e culturais, não de idosos, mas de sujeitos e cidadãos com direitos e deveres, através de investimentos, ações e serviços específicos que refletirão na qualidade de vida..  Com isso, muitos países, cada vez mais entendem que o envelhecimento da população exigirá cada vez mais políticas públicas eficientes, que possam permitir que os idosos sejam vistos como seres humanos capazes de viverem e atuarem na sociedade, com também no seio da família. 

Conselho de psicologia critica discussão de 'cura gay'


Conselho de psicologia critica 

discussão de 'cura gay'


O projeto deve ser votado na semana que vem

03.05.2013 | Atualizado em 03.05.2013 - 03:37



Estadão Conteúdo
     O Conselho Federal de Psicologia e o governo reagiram nesta quinta-feira à decisão do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) de colocar o chamado “projeto de cura gay” em votação no plenário da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), anula parte do artigo 3º e todo o artigo 4º de uma resolução interna do conselho de psicologia de 1999. Esses trechos da resolução condenam a atuação de psicólogos na tentativa de “curar” homossexuais. O projeto deve ser votado na semana que vem.
     Os trechos da resolução aos quais se referem o projeto afirmam que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade” e “não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
     O projeto de Campos diz que a resolução do conselho de psicologia, “ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, por intermédio do questionado ato normativo, extrapolou o seu poder regulamentar”. O conselho questionou o argumento de Campos ao dizer que os trechos da resolução qualificam a atuação do profissional e coíbem o surgimento das “terapias de reversão”, que propõem a cura da homossexualidade.
    “Essa resolução é um marco e representa um obstáculo concreto ao avanço das terapias de reversão”, disse a vice-presidente do conselho, Clara Goldman, para quem o tratamento “carece de justificativa científica e é eticamente inaceitável”. “Existem grupos que dizem que a orientação sexual pode ser revertida. Mas funcionam ao arrepio da resolução. No momento em que a resolução cair, não haverá mais obstáculos éticos e técnicos para o avanço dessas terapias e propostas de cura da homossexualidade.”
     Para Gustavo Bernardes, coordenador-geral de Promoção dos Direitos da População LGBT, da Secretaria de Direitos Humanos, a supressão de trechos da resolução “abre espaço para a volta de uma questão que já está superada há muito tempo”, que seria o tratamento da homossexualidade como doença. Bernardes questionou o que chama de “intromissão” do Legislativo “numa questão que é de competência do CFP” e disse discordar do argumento de Campos de que a resolução restringe a ação de psicólogos e o direito do paciente de receber orientação profissional. “Apoiamos um trabalho por parte do profissional de psicologia para que a pessoa aceite sua orientação sexual e a identidade de gênero e evite complicações, como os sofrimentos psíquicos”.
     Procurados, Feliciano e Campos não se manifestaram.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

CUIDADO COM OS OPORTUNISTAS...

CUIDADO COM OS OPORTUNISTAS... 


          OS OPORTUNISTAS SE APROXIMAM QUANDO VOCÊ ESTÁ EM CRISE E SE APROVEITAM DA TUA FRAGILIDADE; SE CAIR NAS LÁBIAS DESSE DOCE COVARDE EMOCIONAL, COM CERTEZA, QUANDO ELE TE DEIXAR, VOCÊ VAI FICAR PIOR DOQUE ESTAVA... CUIDE-SE! 
            POR DEFINIÇÃO, ENTENDEMOS QUE UM OPORTUNISTA É QUEM SE APROVEITA DOS OUTROS OU QUE TIRA, SEMPRE QUE POSSÍVEL, VANTAGENS PESSOAIS DE SITUAÇÕES. COM ESTA LINHA DE RACIOCÍNIO PERCEBEMOS QUE QUALQUER PESSOA PODE SER OPORTUNISTA QUANDO ESTÁ SE APROVEITANDO DE UMA FRAGILIDADE PESSOAL PARA CONSEGUIR COM FACILIDADE ALGO DA OUTRA PESSOA.
          EM PARTICULAR CITAMOS A QUESTÃO EMOCIONAL, MAS EXISTEM PESSOAS QUE SE ESPECIALIZAM EM OBSERVAR A FRAGILIDADE DO OUTRO PARA FAZER AS SUAS INVESTIDAS. ESTE CAMPO É MUITO AMPLO, POIS É TOCANTE EM VÁRIAS... EMOCIONAL, FINANCEIRA, SENTIMENTAL, PROFISSIONAL, ESPIRITUAL, ETC.
          UMA MULHER CASADA QUE VIVE MOMENTANEAMENTE UMA CRISE CONJUGAL POR FALTA DE AJUSTAMENTO TORNA-SE UMA PRESA FÁCIL PARA O OPORTUNISTA EMOCIONAL OU SENTIMENTAL. ESTE ELEMENTO, PERCEBENDO A CRISE, SE APROXIMA SUTILMENTE E INVESTIGA A DOR DA POBRE MULHER. UMA VEZ QUE SABE QUAL É O PROBLEMA, ELE SE VESTE DE PERFEITO CORDEIRO E CONSEGUE APRESENTAR-SE COMO A SOLUÇÃO SENTIMENTAL PARA A DOR DA SUA "PRESA"; ELE É TÃO PERFEITO QUE PARECE SE A MELHOR PESSOA DO MUNDO, SEM DEFEITOS... SE ENCAIXANDO PERFEITAMENTE NAS LACUNAS DEIXADAS PELO ESPOSO. NÃO SÃO TODAS AS MULHERES QUE CAEM, MAS UMA MENTIRA CONTADA MIL VEZES ACABA TORNANDO-SE REALIDADE E, A MULHER, QUE É MAIS SUSCETÍVEL AO QUE OUVE, SE DER OUVIDOS A ESTE... ACABA CEDENDO E QUANDO ESTE SACIA SEU DESEJO DEIXA A SUA VÍTIMA COM MAIS PROBLEMAS QUE ANTES.
          É PRECISO TER CUIDADO COM A QUESTÃO FINANCEIRA. A CARÊNCIA FINANCEIRA QUE A GRANDE MAIORIA DA SOCIEDADE SE ENCONTRA FAZ BUSCAR AS SOLUÇÕES NOS DIVERSOS ÂMBITOS, SEJAM ELES ATRAVÉS DE JOGOS DE AZAR, OFERTAS QUE SÃO VERDADEIRAS "BÊNÇÃOS" E AQUELES QUE MALDOSAMENTE OLHANDO PARA A AMBIÇÃO ALHEIA OFERECE BENEFÍCIOS EXTRAORDINÁRIOS QUE FAZEM O INCAUTO E GANANCIOSO CAIR NOS ARGUMENTOS ARDILOSOS DE VERDADEIROS BANDIDOS. NESTE CASO, COM JOGOS DE PALAVRAS, TEMPESTADE CEREBRAL E COM MUITA MANHA FAZ ACREDITAR QUE POSSUI A SOLUÇÃO FINANCEIRA E, ESTA, CUSTA MUITO POUCO. PRONTO... GANHOU O NECESSITADO QUE QUERIA TIRAR VANTAGEM EM TUDO.
          NÃO PODERÍAMOS DEIXAR DE FALAR DOS PROFISSIONAIS DA TRAGÉDIA ALHEIA, OU SEJA, ESTES PROCURAM CONHECER BEM A ATIVIDADE TÉCNICA DA SUA VÍTIMA FINGINDO SER UM BOM E LEAL AMIGO, MAS FICA ESPERANDO UM MOMENTO DE DIFICULDADE TÉCNICA PARA SE MOSTRAR MAIS EFICIENTE E MAIS COMPETENTE E, ACIMA DE TUDO, DENUNCIANDO OS ERROS E INABILIDADES DO OUTRO.
          INFELIZMENTE EXISTEM TAMBÉM AQUELES QUE MANIPULAM A FÉ. COM MUITA HABILIDADE, ESTE TIPO DE OPORTUNISTA USA A CARÊNCIA FINANCEIRA, A ENFERMIDADE, O SENTIMENTALISMO PARA OFERECER SOLUÇÕES QUE SÃO VERDADEIRAS BARGANHAS. TENHA FÉ, DIZEM, INVISTA TUDO QUE VOCÊ TEM NA "OBRA DE DEUS", POIS ELE VAI TE DAR CEM VEZES MAIS NOS PRÓXIMOS DEZ DIAS... DEUS TI CUROU DO CÂNCER, MAS VOCÊ NÃO ACREDITOU E A ENFERMIDADE VOLTOU! CHEGAM AO PONTO DE DIZER QUE DEUS MANDOU AVISAR QUE ESTE QUE VOS FALA FOI ENVIADO E ESCOLHIDO PARA SER O SEU  ESPOSO... 
          CUIDADO COM OS OPORTUNISTAS... VOCÊ SEMPRE SAÍRA PERDENDO.


REGINALDO SILVA DE LYRA
          

sexta-feira, 12 de abril de 2013

CURSO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS DE SACRAMENTO; CCOS-ADS

CURSO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS 

DE SACRAMENTO


          SE VOCÊ SENTE O CORAÇÃO ARDER QUANDO ESTUDA A PALAVRA DE DEUS, SE TEM SEDE DE APRENDER E GOSTA DE TRABALHAR PARA O SENHOR PRECISA FAZER CONOSCO O CCOS.
          O CURSO FUNCIONA NA QUINTA-FEIRA ÁS 19:30. CERTIFICADO EMITIDO PELO STPLM ( NÍVEL BÁSICO ); O TEMPO MÉDIO DO CURSO É DE DOIS ANOS E MEIO PODENDO SER CONCLUÍDO EM MENOS TEMPO DEPENDENDO DA DINÂMICA DE ESTUDO DO ALUNO. AS DISCIPLINAS SÃO MINISTRADAS EM MÓDULO, ISTO É, A QUALQUER MOMENTO ADMITIMOS NOVOS ALUNOS. 

DISCIPLINAS




1-INTRODUÇÃO BÍBLICA
2-TEO SISTEMÁTICA
3-PENTATEUCO
4-EVANGELHOS
5-GEOGRAFIA BÍBLICA
6-RELIGIÕES E SEITAS
7-TEOL PASTORAL
8-EVANGELISMO
9-ESCOLA DOMINICAL
10-LIVROS HISTÓRICOS
11-LIVROS DE ATOS
12-HISTÓRIA DA IGREJA
13-HERMENÊUTICA
14-HOMILÉTICA
15-LIVROS POÉTICOS
16-EPÍSTOLAS
17-PARACLETOLOGIA
18-LIVROS PROFÉTICOS
19-TIPOLOGIA
20-ESCATOLOGIA


REQUISITOS 
PARA
MATRÍCULA

1- E-MAIL
2- CARGO NA SUA IGREJA
3- IDENTIDADE
4- CPF
5- COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA
6- DECLARAÇÃO DO SEU PASTOR
7- CARTÃO DE MEMBRO
8- TAXA DE MATRÍCULA ( R$ 40,00 )
9- MENSALIDADE: R$ 40,00 


II Timóteo 2:14-16
14 - Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.
15 - Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
16 - Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.



DIRETOR DO CURSO: Pr- PAULO CÉSAR RIBEIRO DE MARINS
SECRETÁRIO: EV-REGINALDO SILVA DE LYRA
AUXILIAR ADMINISTRATIVO: THAUANY DA C. R. DE LYRA
EXECUÇÃO FINANCEIRA: EV-WAGNER ABREU
MARKETING: AT- LUCAS DE MENDONÇA GUIMARÃES

PROFESSORES: 
Pr- PAULO CÉSAR RIBEIRO DE MARINSEV-WAGNER ABREU
EV-GENIVALDO BATISTA
EV-REGINALDO SILVA DE LYRA
ANGELA FARIAS DE NAZARÉTH GOMES



IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM SACRAMENTORua Caminho dos Quinins, 378, Sacramento–SG - RJ. Filial da Assembléia de Deus em Rio do Ouro Ministério de Madureira – CONEMAD - RJ         CONTATOS: (021)  7670 - 7093 / 9941 - 6100;  E-mail: ads15anos@gmail.com; r.l.yr@hotmail.com

MARCADORES COM CLASSIFICAÇÃO DAS POSTAGENS MAIS ACESSADAS

ASSUNTOS EM PAUTA (261) PSICANÁLISE (94) SACRAMENTO UTILIDADE PÚBLICA (88) CRISTIANISMO EM AÇÃO (78) REFLEXÃO (59) SAÚDE (56) INFORMAÇÃO GERAL E CONCURSO (39) CURSO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS DE SACRAMENTO (17) DEPENDÊNCIA QUÍMICA (11) AGENDA (9) SAÚDE MENTAL (9) JESUS (8) PSICOLOGIA PASTORAL (8) TERAPIA OCUPACIONAL (8) TRATAMENTO (8) RELAÇÕES FAMILIARES (7) ASSISTÊNCIA SOCIAL (6) SALVAÇÃO (6) ANSIEDADE (5) RELACIONAMENTO (5) CÉU (4) DISSERTAÇÃO (4) MEC (4) TRANSTORNO (4) ANOREXIA (3) BIOGRAFIA (3) CORREÇÃO (3) DIABETES (3) DIETA (3) DINHEIRO (3) SOCIOLOGIA (3) UNIVERSITÁRIA (3) ALCOOLISMO (2) BEBÊ (2) CID-10 (2) CIÚMES (2) DEPRESSÃO (2) DOUTORADO (2) ENADE (2) ENEM (2) ESTRESSE (2) FILOSOFIA (2) FOBIA SOCIAL (2) FREUD (2) FUTEBOL (2) IBRAPCHS (2) IFRJ (2) INSEGURANÇA (2) MACONHA (2) MEDO (2) MESTRADO (2) MONOGRAFIA (2) PESQUISA CIENTÍFICA (2) POLÍCIA (2) POLÍTICA (2) PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU (2) TRAIÇÃO (2) ALIANÇA TERAPÊUTICA (1) ARRISCAR (1) CARRO (1) CBP (1) COMPETÊNCIA (1) COMPLEXO DE ÉDIPO (1) CONTRATRANSFERÊNCIA (1) CONTRIBUINTE (1) CÂIMBRA (1) CÂMARA MUNICIPAL (1) DNA (1) EFRAIN (1) EMPRESA (1) ENQUETE (1) ENTREVISTA (1) FACULDADE (1) FATEF (1) FERRO (1) FIOCRUZ (1) FOBIA (1) GOZO (1) GRAVIDEZ (1) IBPC (1) INEP (1) INFLAMAÇÃO (1) INSPIRAÇÃO E CITAÇÃO (1) INSULINA (1) JOSUÉ (1) JOÃO BATISTA (1) LATO SENSU (1) LUTO (1) MAQUIAVEL (1) MEMBROS INFERIORES (1) MEMÓRIA (1) NEOPLASIA (1) NEUROPATIA (1) NICODERMOS (1) NOTA FISCAL (1) OPORTUNISTA (1) PARALISIA (1) PRÓTESE (1) PULSIONAL (1) QUEM SOU EU? (1) RADICAIS LIVRES (1) REDAÇÃO (1) REPROVAÇÃO (1) RH (1) SBPI (1) SBPRJ (1) SEROTONINA (1) SINTE (1) SONHOS (1) SONO (1) SPOB (1) SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR (1) SÍMBOLO (1) TAS (1) TESE (1) TRANSFERÊNCIA (1) TUMOR (1) UFF (1) VASCULOPATIA (1) VEREADOR (1) ZACARIAS (1) ZINCO (1) ZOROBABEL (1) ÓRTESE (1)