SEJA BEM VINDO VISITANTE Nº

VISITANTES

BEM VINDO VISITANTE:

PSICANÁLISE: SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL

  • PSICANÁLISE: SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL

TEOLOGIA

  • CRISTIANISMO, INFORMAÇÃO E CULTURA

PESQUISA

FAÇA A TUA PESQUISA AQUI. É SÓ DIGITAR, CLICAR E VISUALISAR A FAIXA VERDE ABAIXO

PESQUISA

  • INFORMAÇÃO GERAL E CONCURSOS

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A CONSEQÜÊNCIA DE BEIJAR OS FILHOS NA BOCA

 
A Conseqüência de Beijar os Filhos na Boca

Uma das primeiras conseqüências de beijar os filhos na boca, já nos primeiros dias de vida, é a transmissão de bactérias as quais os bebês ainda não possuem defesas. Segundo o presidente da Associação Odonto-criança, Daniel Korytnicki, que concorda com a citação do infectologista Milton Lapchik, além da cárie, “o estalinho pode transmitir algumas doenças, como herpes simples, micoses e outras infecções causadas por vírus”, as quais muitas vezes ficam imperceptíveis na pele, mas que geram indisposição física, sendo necessária a intervenção medicamentosa.
A pedagoga Jane R. Barreto, ressalta que a criança imita os adultos, tanto os familiares, como os vistos em programas televisivos e filmes. Porém a representação desses papéis adultos, não significa que a criança esteja pronta para a compreensão global do que certas atitudes que imitam, representam, pois permanecem na inocência característica da infância. Nesta situação, dramatizar o que viu, cantar e dançar músicas com cunho erótico para o adulto não possui a mesma conotação para as crianças, mas as expõe. A criança, por se estruturar através da fantasia mediada pela realidade, vive no faz de conta a concepção de um amor dentro do conhecimento que possui do amor de seus pais: príncipes e princesas que desejaram estar juntos e serão felizes para sempre. Mesmo famílias que possuem desentendimentos constantes em frente a criança, pelo infante não conhecer outra realidade, acaba por considerar que esta forma de relacionamento é a normal. A autora ainda ressalta que “Adultos não devem beijar crianças na boca, se alimentar na mesma colher, assoprar a comida, ou ainda recolher a chupeta, quando a mesma cair no chão, levando-a à boca, para “tirar as bactérias”, e depois colocar na boca da criança, evitando assim a transmissão de Hpilori, carie, herpes, sapinhos, entre outros... eles ainda estão criando imunidade, não tem a defesa orgânica que os adultos têm. Além da questão saúde, devem permanecer atento ao comportamento, pois se os infantes julgarem que esse costume familiar é natural, repetirão com todos adultos que tiverem contato. Neste sentido o diálogo com seus filhos se torna fundamental, esclarecendo que essa atitude só deverá ocorrer no seio familiar, pois, com a ingenuidade natural da criança, pode acontecer dela entender que, uma vez que seus pais a beijam na boca, pode repetir o gesto com outros de seu vínculo.”.
Giselle Castro Fernandes também ressalta que criança não beija na boca e não namora. Criança tem amiguinhos mais chegados ou não. Nas escolas, presenciam-se alguns coleguinhas andar de mãos dadas dizendo-se namoradinhos, ou como relatou uma mãe de uma criança de 3 anos: “Minha filha está preocupada com quem vai se casar, pois um amiguinho casará com uma de suas amigas, o outro com outra e assim consecutivamente.”. Situações como essas, além de gerar ciúmes, provocam também uma preocupação inadequada para a idade, privam a criança da infância, sem nenhuma razão! O trabalho dentro do espaço escolar de esclarecer a educadores e pais sobre este aspecto é fundamental.
Para os pais, o namoro infantil pode ser interpretado como uma brincadeira, mas é preciso que se alerte quanto às consequências disso. Uma criança de dois ou três aninhos, acostumada a dar o “selinho” em seus pais, a tomar banho junto com o sexo oposto adulto ou a dormir na cama do casal, dependendo de como o adulto brinca ou sente essa situação, poderá desenvolver a erotização precoce de algumas áreas de seu corpo e este fator pode novamente privá-la da inocência da infância. Assim, casos esses comportamentos sejam rotinas dentro da família, precisam ser conversados e orientados dentro do entendimento de cada fase, lembrando sempre que a criança possui uma compreensão relacionada ao corpo bem diferente do adulto. Valdeci Rodrigues questiona: “Numa época em que a pedofilia precisa ter um amplo combate, como ficam a cabeça desses garotos e garotas que escutam na própria escola que para fugir do baixo astral é melhor "beijar na boca"?”. Essa reflexão é primordial para a educação infantil para pais e educadores.
Giselle Castro Fernandes continua sua reflexão alertando que “Na família existe o papel do pai e da mãe – que, juntos, formam um casal que dorme junto, que beija na boca! O papel dos filhos é outro. São crianças, e criança não beija na boca, não dorme na cama dos pais, etc. Trata-se de demarcar esses limites de maneira bem clara. Do contrário, fica difícil definir o papel do adulto e da criança. Para ela, criança, dar o “selinho” é o mesmo que namorar.”. Enfatiza ainda que “Filhinho (a) não é namorado e, portanto, não beija igual. Beija no rosto, abraça, acaricia, mas nada que se confunda com o carinho ou com o amor do adulto, do casal. Há uma preocupação muito grande (e justa) dos pais, de se atualizarem, de não se distanciarem de seus filhos, mas isso pode e deve ser feito, sem que se abra mão de seu papel, o papel de pai e de mãe, aqueles que representam o porto seguro aos filhos, aqueles que são “adultos”, que orientam, seguram a barra e que deixam muito bem definida a posição de criança e de adulto na família. Pode se ter a certeza de que os filhos, no futuro, agradecerão muito a seus pais que não abriram mão do papel com a função paterna – no sentido literal de força, de limite e da função materna – de cuidado, proteção. Amor entre adultos é diferente do amor pelas crianças, pelos filhos. Portanto, o beijo é também diferente e nem por isso menos carinhoso!”. Se incentivarmos a infância de nossos pequenos, eles irão amadurecer no tempo certo, não precisamos acelerar nada. Dentro desta linha de pensamento, a conseqüência de beijar o filho na boca propicia uma confusão de papéis, sendo esta desnecessária ao aprendizado infantil.

Como a concepção do adulto o beijar na boca esta relacionado a sexualidade, vale ressaltar as colocações de Lulie Macedo que cita que “Desde que o mundo é mundo, as crianças não brincam de médico à toa: a aventura do descobrimento começa já nos primeiros meses, quando o bebê experimenta o prazer de explorar o próprio corpo, e se acentua nos anos seguintes, quando sua atenção se volta para o corpo dos pais e de outras crianças.”. Esse descobrimento corporal é natural do ser humano e deve ser compreendido dentro desta lógica. Assim, tocar no próprio corpo faz parte da tarefa de entender o mundo e a autora acima complementa que “o prazer em manipular os órgãos sexuais é uma das primeiras descobertas.”. “Ela não sabe o que é certo ou errado, quais são os códigos sociais, a diferença entre o público e o privado. Cabe aos pais e educadores ensinar que ali não é lugar para isso.”, afirma Maria Cecília. Desta forma a criança entenderá o sentido de privacidade e respeito ao próprio corpo, bem como ao corpo das demais pessoas.
Essa autora também cita que “O problema não está na exploração sexual do próprio corpo ou nas brincadeiras entre crianças da mesma idade. Prejudicial é a repressão do adulto a essas atitudes, quando ele grita, proíbe, bate ou põe de castigo. Fazendo isso ele transmite a noção de que aquilo é errado, quando na verdade essas atitudes são tão naturais quanto aprender a andar, falar, brincar”, afirma Maria Cecília Pereira da Silva, psicanalista e membro da ONG Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. – “Sexualidade não é sinônimo de coito e não se limita à presença ou não do orgasmo. Ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e a saúde física e mental. Se saúde é um direito humano fundamental, a saúde sexual também deveria ser considerada um direito humano básico. O "exibicionismo" infantil faz parte da fase de exploração dos corpos. Como um brinquedo novo, a criança quer mostrar aos outros, o que já descobriu. Quanto à menina que adora levantar a roupa e mostrar o bumbum, por exemplo, pode estar imitando algo que viu na TV. Em qualquer situação, cabe aos adultos começar a ensinar a noção de intimidade.”.
O trabalho educacional desenvolvido para a Educação Infantil neste assunto é permeado de observação e reflexão. Ao demonstrar e questionar a criança a respeito da conseqüência de constantemente tocar nos olhos, ouvidos, colocar a mão na boca, no nariz, em suma, questioná-la sobre a conseqüência de explorar o corpo e relacionar essa conseqüência ao toque dos órgãos genitais, a faz compreender que tocar demasiadamente ou sem as mãos estarem limpar, pode gerar ardência dos locais tocados. Ressaltar o uso de peças íntimas (calcinhas e cuecas) para proteger o “fazedor de xixi” e o “fazedor de coco”, é primordial para esse aprendizado, bem como também explicar que o momento de banho, é um momento privado. Desta forma, a criança compreenderá a restrição quanto a onde se tocar e não quanto a se tocar.
Dois outros aspectos importantes é saber: até quando os adultos podem ficar nus em frente aos filhos, sendo recomendado que se esta situação é vista com naturalidade, só por volta dos 7 ou 8 anos, as crianças solicitam a própria privacidade e esta deve ser respeitada. Outro aspecto é relacionado ao fato do imprevisto de a criança visualizar o ato sexual, sendo importante conversar a respeito, mesmo que ela não pergunte ou não queria voltar a esse assunto. Lembre-se que se esta situação ocorreu, o descuido foi dos pais e estes devem-se preparar para que esta conversa não gere culpa no infante, nem jamais culpá-lo. Se ocorrer dificuldade frente a esse assunto, é imprescindível buscar auxílio profissional, prevenindo fantasias desconfortáveis a esse respeito primordial na formação do ser humano.
Assim, evidencia-se algumas conseqüências de beijar os filhos(as) na boca, ressaltando que se o filho for respeitado em seu desenvolvimento, terá uma infância saudável e feliz.
 
“Quem não ama adoece!". Sigmund Freud
 
 Rachel Cantelli – Psicóloga Clínica e Escolar

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

RESENHA: O NARCISISMO




RESENHA: O NARCISISMO



Fonte: Elisabeth Roudinesco; Michel Plon. DICIONÁRIO DE PSICANÁLISE. TRADUÇÃO: Vera Ribeiro ( psicanalista )e Lucy Magalhães ( letras neolatinas ). Editora ZAHAR, 1998.


         al. Narzissmus; esp. narcisismo; fr. narcissisme; ing. Narcissism

         Termo empregado pela primeira vez em 1887, pelo psicólogo francês Alfred Binet (1857-1911), para descrever uma forma de fetichismo* que consiste em se tomar a própria pessoa como objeto sexual.
         O termo foi depois utilizado por Havelock Ellis*, em1898, para designar um comportamento perverso relacionado com o mito de Narciso. Em 1899, em seu comentário sobre o artigo de Ellis, o criminologista Paul Näcke (1851-1913) introduziu o termo em alemão.
         Na tradição grega, o termo narcisismo designa o amor de um indivíduo por si mesmo. A lenda e o personagem de Narciso foram celebrizados por Ovídio na terceira parte de suas Metamorfoses.
         Filho do deus Céfiso, protetor do rio do mesmo nome, e da ninfa Liríope, Narciso era de uma beleza ímpar. Atraiu o desejo de mais de uma ninfa, dentre elas Eco, a quem repeliu.
         Desesperada, esta adoeceu e implorou à deusa Nêmesis que a vingasse. Durante uma caçada, o rapaz fez uma pausa junto a uma fonte de águas claras: fascinado por seu reflexo, supôs estar vendo um outro ser e, paralisado, não mais conseguiu desviar os olhos daquele rosto que era o seu. Apaixonado por si mesmo, Narciso mergulhou os braços na água para abraçar aquela imagem que não parava de se esquivar. Torturado por esse desejo impossível, chorou e acabou por perceber que ele mesmo era o objeto de seu amor. Quis então separar-se de sua própria pessoa e se feriu até sangrar, antes de se despedir do espelho fatal e expirar. Em sinal de luto, suas irmãs, as Náiades e as Díades, cortaram os cabelos. Quando quiseram instalar o corpo de Narciso numa pira, constataram que havia se transformado numa flor.
         Até o fim do século XIX, o termo narcisismo foi utilizado pelos sexólogos para designar seletivamente uma perversão sexual caracterizada pelo amor dedicado pelo sujeito* a si mesmo.
         Em 1908, Isidor Sadger* falou do narcisismo, a propósito do amor próprio, como uma modalidade de escolha de objeto* nos homossexuais; distinguiu-se de Havelock Ellis ao considerar o narcisismo não como uma perversão*, mas como um estádio normal da evolução psicossexual do ser humano.
         O termo narcisismo surgiu pela primeira vez na pena de Freud numa nota acrescentada em 1910 aos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade*.
         Falando dos “invertidos” e, portanto, ainda não utilizando a palavra “homossexual”,
Freud escreveu que eles “tomam a si mesmos como objetos sexuais” e, “partindo do narcisismo, procuram rapazes semelhantes à sua própria pessoa, a quem querem amar tal como sua mãe os amou”.
         Em 1910, em seu ensaio “Leonardo da Vinci e uma lembrança de sua infância” (1910), e em 1911, no estudo que fez sobre o caso Schreber*, Freud, a exemplo de Sadger, considerou o narcisismo um estádio* normal da evolução sexual.
         Foi em 1914, em “Sobre o narcisismo: uma introdução”, que o termo adquiriu o valor de um conceito. Fenômeno libidinal, o narcisismo passou então a ocupar um lugar essencial na teoria do desenvolvimento sexual do ser humano.
         A elaboração desse texto apoiou-se no estudo das psicoses* e, principalmente, na contribuição da Karl Abraham*. Sem utilizar essa palavra, o berlinense, num texto de 1908 que versava sobre a demência precoce, havia descrito o processo de desinvestimento do objeto e convergência da libido* para o sujeito: “O doente mental dedica a si mesmo, como objeto sexual único, toda a libido que o homem normal volta para o meio vivo ou animado. A superestimação sexual diz respeito tão somente a ele.”
         Freud adotaria essa definição da psicose na vigésima sexta lição das Conferências introdutórias sobre psicanálise*.
         No texto de 1914, a observação do delírio de grandeza no psicótico levou Freud a definir o narcisismo como a atitude resultante da transposição, para o eu* do sujeito*, dos investimentos libidinais antes feitos nos objetos do mundo externo. Freud observou então que esse movimento de retirada só pode produzir-se num segundo tempo, este precedido de um investimento dos objetos externos por uma libido proveniente do eu. Assim, podemos falar de um narcisismo primário, infantil, que a observação das crianças, bem como a dos “povos primitivos”, ambos caracterizados por sua crença na magia das palavras e na onipotência do pensamento, viria confirmar. O narcisismo primário diria respeito à criança e à escolha que ela faz de sua pessoa como objeto de amor, numa etapa
precedente à plena capacidade de se voltar para objetos externos.
         Assim, Freud é levado, no que constitui um dos pontos fortes desse texto, a considerar a existência permanente e simultânea de uma oposição entre a libido do eu e a libido do objeto, e a formular a hipótese de um movimento de gangorra entre as duas, de tal sorte que, se uma enriquece, a outra empobrece, e vice-versa.
         Nessa perspectiva, a libido de objeto, em seu desenvolvimento máximo, caracteriza o estado amoroso, ao passo que, inversamente, em sua expansão máxima, a libido do eu fundamenta a fantasia* do fim do mundo no paranoico.
         O desenvolvimento teórico constituído por esse texto implicou uma primeira reformulação da teoria das pulsões*, desaparecendo a separação entre pulsões do eu e pulsões sexuais e sendo o eu definido como “um grande reservatório de libido”.
         Antes desse avanço teórico, porém, Freud deparou com um obstáculo a propósito do narcisismo primário no momento de definir a relação deste com o auto-erotismo que fora identificado nos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Assim, postulou um desenvolvimento do eu em dois tempos, com “uma nova ação psíquica” seguindo-se ao auto-erotismo, para que fosse possível atingir o estádio do narcisismo primário. Quando queremos estabelecer uma correspondência entre esse desenvolvimento e a evolução pulsional, a passagem das pulsões sexuais parciais para sua unificação, somos levados a considerar que o narcisismo infantil ou primário é contemporâneo da constituição do eu.
Como se pode constatar, e o próprio Freud o reconheceu, a questão da localização do narcisismo primário levanta inúmeras dificuldades.
                  Ele é, segundo Freud, mais difícil de observar que de deduzir. Todavia, a título de observação indireta, Freud destacou a admiração parental por “his majesty the baby” como sendo a manifestação, nos pais, de seu próprio narcisismo primário abandonado, em cujo lugar constituiu-se progressivamente seu ideal do eu.
         “O amor dos pais”, escreveu Freud, “tão tocante e, no fundo, tão infantil, não é outra coisa senão seu narcisismo renascido, que, a despeito de sua metamorfose em amor de objeto, manifesta inequivocamente sua antiga natureza.”
         No contexto da elaboração da segunda tópica*, Freud retornou a essa questão da localização do narcisismo primário, que foi então situado como o primeiro estado da vida — anterior, portanto, à constituição do eu —, característico de um período em que o eu e o isso* são indiferenciados, e cuja representação concreta poderíamos conceber, por conseguinte, sob a forma da vida intrauterina. Como assinalam Jean Laplanche e Jean-Bertrand Pontalis, essa nova formulação teve por conseqüência apagar qualquer distinção entre o auto-erotismo o narcisismo, e “é difícil discernir, do ponto de vista tópico, o que é investido no narcisismo primário entendido dessa maneira”.
         A definição do narcisismo secundário é menos problemática e a formulação da segunda tópica não modifica sua concepção, muito embora, a partir da redação de Mais-além do princípio de prazer*, Freud viesse a abandonar cada vez mais esse conceito, cuja ausência convém assinalarmos no Esboço de psicanálise*. O narcisismo secundário ou narcisismo do eu, portanto, no início da década de 1920, mantém-se como o resultado, manifesto na clínica da psicose, da retirada da libido de todos os objetos externos. Mas o narcisismo secundário não se limita a esses casos extremos, uma vez que o investimento libidinal do eu coexiste, em todo ser humano, com os investimentos objetais, havendo Freud postulado a existência de um processo de equilíbrio energético entre as duas formas de investimento que participam de Eros, a pulsão de vida, e de seu combate contra as pulsões de morte. Por outro lado, e isso atesta o caráter incontornável que teve esse conceito na evolução da teoria freudiana do desenvolvimento psíquico, o narcisismo constitui, desde o texto de 1914, o primeiro esboço do que viria a se transformar no ideal do eu*.
         A despeito de suas insuficiências e de seu estatuto ambíguo, o conceito de narcisismo serviu de ponto de partida para inúmeras elaborações pós-freudianas.
         Efetuando uma análise espectral do conceito de narcisismo, André Green, em 1976, fez o recenseamento do “destino do narcisismo” depois de Freud, sublinhando que os psicanalistas “dividiram-se em dois campos conforme sua posição a respeito da autonomia do narcisismo”.
         Em nome da defesa dessa autonomia, convém assinalar a contribuição do psicanalista francês Bela Grunberger, que concebeu o narcisismo como uma instância psíquica da mesma ordem que as instâncias freudianas da segunda tópica, e a do psicanalista norte-americano Heinz Kohut*, que, a partir da clínica dos distúrbios narcísicos, contribuiu para o desenvolvimento da corrente da Self Psychology*. Em contraste com essas concepções, Melanie Klein*, postulando a existência primária de relações de objeto, foi levada a rejeitar tanto a idéia de narcisismo primário quanto a de estádio narcísico, falando tão somente em estados narcísicos ligados a retornos da libido para objetos internalizados.
         Foi sobre o ponto até hoje confuso da localização do narcisismo primário e de sua relação com a constituição do eu que se fundamentou a concepção lacaniana do estádio do espelho*, desenvolvida em 1949. Para Jacques Lacan*, o narcisismo originário constitui-se no momento em que a criança capta sua imagem no espelho, imagem esta que, por sua vez, é baseada na do outro, mais particularmente da mãe, constitutiva do eu. O período de auto-erotismo, portanto, corresponde à fase da primeira infância, período das pulsões parciais e do “corpo despedaçado”, marcado por aquele “desamparo originário” do bebê humano cujo retorno sempre possível constitui uma ameaça, a qual se encontra na base da agressividade.
         Articulada com a teoria lacaniana, que reconhece a existência do narcisismo primário antes mesmo do estádio do espelho, a reflexão de Françoise Dolto* situou as raízes do narcisismo no momento da experiência privilegiada que é constituída pelas palavras maternas, mais centradas na satisfação de desejos do que no atendimento de necessidades.
         Esta abordagem é interessante, pois os autores fazem um levantamento da tradição grega, e verificam que o termo narcisismo designa o amor de um indivíduo por si mesmo.
         É enfatizado que no fim do século XIX, o termo narcisismo foi utilizado pelos sexólogos para designar seletivamente uma perversão sexual caracterizada pelo amor a si mesmo. Mas Em 1908 Isidor Sadger não concordava com esses argumentos, pois acreditava que o narcisismo era um estágio normal da evolução psicossexual do ser humano.
         Outra abordagem muito interessante é a comparação dos homossexuais com os “invertidos”, haja vista que de acordo com Freud eles “tomam a si mesmos como objetos sexuais” e, “partindo do narcisismo, procuram rapazes semelhantes à sua própria pessoa, a quem querem amar tal como sua mãe os amou”.
         Freud definiu o narcisismo, em outras palavras, como o resultado da transferência dos investimentos libidinais para o “EU” próprio, antes voltados para o outro.  O comentarista afirma que ele deparou com um obstáculo a propósito do narcisismo primário no momento de definir a relação deste com o auto-erotismo que fora identificado nos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Assim, é considerado que o narcisismo infantil ou primário está diretamente relacionado com a formação do EU.
         Já que há uma dificuldade de separação da formação do EU com a instalação do narcisismo infantil ou primário podemos concluir que o narcisismo atual seria um regresso ao amor dos pais, isto é, amar ao outro como quem está de fato recebendo o amor dos pais... na realidade é um amor próprio, voltado para si como quem repete o amor outrora recebido. Freud considerou posteriormente que o narcisismo infantil se instalou antes da constituição do EU criando assim  a diferença entre narcisismo e auto-erotismo.
         No narcisismo secundário, cuja problemática é menor, o EU está fortalecido e o amor aos objetos esternos está reduzido e não aniquilado. Dessa forma, percebe-se que o narcisismo é o primeiro esboço do que viria a se transformar no ideal do eu e a pulsão de vida continua coexistindo em combate a pulsão de morte.


Reginaldo Silva de Lyra

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Se o mundo começou apenas com "Adão e Eva", porque existem tantas diferenças raciais!?

 Se o mundo começou apenas com "Adão e Eva", 

porque existem tantas diferenças raciais!?

Na historia religiosa conta que Adão e Eva tiveram dois filhos homens, e que um matou o outro. Como explicar então os negros, brancos, indios, orientais, etc, espalhados pelo mundo. E as diferentes linguas faladas.

 Best AnswerAsker's Choice

Segundo a Bíblia, todos os humanos descendem de Noé, através de seus três filhos, Sem, Jafé e Cã. Gênesis, capítulo 10, alista 70 descendentes de Noé, dizendo: “[Destes] é que as nações se espalharam pela terra.” (Gênesis 10:32) Um dos muitos modos de serem classificadas essas nações é com referência à cor da pele. Na pele de todos os humanos normais há um pigmento marrom escuro chamado melanina.
Noé e seus três filhos tinham todos certa medida desse pigmento escuro. De Sem procedem os babilônios, os assírios, os judeus e os árabes, que variam na cor da pele de clara para morena clara. Os descendentes de Jafé, que incluem as raças indo-européias, variam de pele clara para morena escura. Quanto a Cã (que significa trigueiro ou queimado do sol), alguns de seus descendentes, mas não todos, tinham pele escura. Os egípcios, de pele morena clara, descenderam de Mizraim, filho de Cã. Canaã, filho de Cã, que foi amaldiçoado por Deus por causa de má conduta, era antepassado dos cananeus de pele clara.

Jafé e sua esposa achavam-se entre os oito ocupantes da arca, sobrevivendo assim ao Dilúvio. (Gên 7:13; 1Pe 3:20) Não tiveram filhos até após o Dilúvio, mas depois tiveram sete filhos: Gômer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras. (Gên 10:1, 2; 1Cr 1:5) Destes filhos, e também de alguns netos, provieram aqueles dos quais “se espalhou a população das ilhas das nações [“nações disseminadas pelos litorais”; PIB] pelas suas terras, cada um segundo a sua língua, segundo as suas famílias, pelas suas nações”. (Gên 10:3-5; 1Cr 1:6, 7) Historicamente, Jafé foi o progenitor do ramo ariano ou indo-europeu (indo-germânico) da família humana. Os nomes de seus filhos e netos são encontrados em textos históricos antigos como referentes a povos e tribos que moravam principalmente ao N e ao O do Crescente Fértil. Parecem ter-se disseminado do Cáucaso para o L, até a Ásia Central, e para o O, através da Ásia Menor, até as ilhas e terras litorâneas da Europa, e, talvez, até a Espanha. Tradições árabes afirmam que um dos filhos de Jafé foi também o progenitor dos povos chineses.

Cã era pai de quatro filhos, Cus, Mizraim, Pute e Canaã. (Gên 10:6; 1Cr 1:8) Os etíopes, os egípcios, algumas tribos árabes e africanas, e os cananeus descenderam destes filhos. Embora se afirme que algumas das tribos e nações camitas alistadas em Gênesis, capítulo 10, falavam uma língua semítica, isto não refuta que tenham sido de descendência camítica, ou que tenham originalmente falado uma língua camítica. Muitos povos adotaram a língua de seus conquistadores ou de outros povos com os quais se associaram, ou da terra para onde migraram.

A evidência bíblica e evidências históricas indicam que Sem foi assim o progenitor dos povos semíticos: os elamitas, os assírios, os primitivos caldeus, os hebreus, os arameus (ou sírios), diversas tribos árabes e talvez os lídios da Ásia Menor. Isto significaria que a população descendente de Sem ficou concentrada principalmente no canto sudoeste do continente asiático, estendendo-se através da maior parte do Crescente Fértil e ocupando uma considerável parte da península Arábica. 
 
http://answers.yahoo.com/question /index?qid=20091011121742AA5akGO

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

BISSEXUALIDADE

BISSEXUALIDADE


Termo proveniente do darwinismo e da embriologia, e adotado pela sexologia* no fim do século XIX (simultaneamente a homossexualidade* e heterossexualidade), para designar a existência, na sexualidade* humana e animal, de uma predisposição
biológica dotada de dois componentes: um macho  ou masculino e um fêmea ou feminino. Por extensão, fala-se de bissexualidade para designar uma forma de amor carnal entre pessoas que ora pertencem
ao mesmo sexo, ora ao sexo oposto.
Retomado por Sigmund Freud* e por todos os seus sucessores como um conceito central da doutrina psicanalítica da sexualidade, ao lado dos de libido* e pulsão*, foi progressivamente utilizado para designar uma disposição psíquica inconsciente que é própria de toda a subjetividade humana, na medida em que esta se fundamenta na existência da diferença sexual*, isto é, baseia-se na necessidade de o sujeito* fazer uma escolha sexual, quer através do recalque* de um dos dois componentes da sexualidade, quer através da aceitação desses dois componentes, quer, ainda, através de uma renegação* da realidade da diferença sexual.


       Dicionário de psicanálise/Elisabeth Roudinesco, Michel Plon; tradução Vera Ribeiro, Lucy Magalhães; supervisão da edição brasileira Marco Antonio Coutinho Jorge. — Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
Tradução de: Dictionnaire de la psychanalyse

Quem poderá efetivamente se inscrever no Prouni 2014?

O Programa Universidade Para Todos é um dos principais programas na área da educação do Brasil. Como programa do Governo Federal, o Prouni é de responsabilidade do Ministério da Educação, que todos os anos cuida de todo o processo seletivo para que estudantes de todo o país tenham o direito de obter uma educação de nível superior. Entretanto, para que o estudante tenha o direito de se inscrever no Prouni e conseguir vaga em uma instituição privada de ensino superior sem pagar nada, é preciso se encaixar em alguns critérios estabelecidos, veja abaixo quem poderá efetivamente se inscrever no Prouni 2014.
Para o Prouni 2014 serão aceitas somente as notas obtidas no Enem 2013. Além de participar do exame é necessário obter certo desempenho para poder participar do Prouni: candidatos que obtiverem nota média inferior a 450 pontos (alteração feita em Janeiro/2013 pelo MEC). estão automaticamente eliminados da seleção. Eliminados também serão os candidatos que tirarem zero na redação. O cálculo da nota média do Enem é bem simples: basta somar todas as cinco notas alcançadas (nas quatro áreas de conhecimento e na redação) e dividir o resultado da soma por cinco.
Só podem concorrer às bolsas integrais estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa. Já para as bolsas parciais a renda pode ser de, no máximo, três salários mínimos por pessoa.
Além dos requisitos apresentados acima, os candidatos ainda devem satisfazer uma das condições abaixo:
  • Ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em instituição privada, desde que comprove a condição de bolsista integral da respectiva instituição; ou
  • Ser pessoa com deficiência; ou
  • Ser professor da rede pública de ensino. (Neste caso os candidatos concorrem a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia e não é exigida a comprovação de renda.).
As inscrições para o PROUNI 2014 1º SEMESTRE têm seu inicio previsto para o mês de janeiro de acordo com o calendário e cronogramas a serem divulgados. Os candidatos devem ficar atentos ao cronograma que deve ser igual ao do PROUNI DO 1º SEMESTRE dos anos anteriores. Para se inscrever, os interessados devem acessar o site do Programa munidos do numero de inscrição do ENEM e numero de Cadastro de Pessoas Físicas – CPF.
O site para realizar inscrição e obter mais informações sobre o Prouni 2014 do 1º semestre é o http://siteprouni.mec.gov.br.

Ex-ministro é denunciado após afirmar que Grécia espionou os EUA

Europa

Ex-ministro é denunciado após afirmar que Grécia espionou os EUA

Theodoros Pángalos, ministro de Relações Exteriores entre 1996 e 1999, disse a uma rádio que espionagem “ocorre em qualquer governo”

O Parlamento grego em Atenas
O Parlamento grego em Atenas. Governo espionou embaixadores dos EUA, disse ex-ministro (Angelos Tzortzinis/AFP)
Um advogado grego apresentou uma denúncia contra o ex-ministro das Relações Exteriores Theodoros Pángalos por revelar segredos de estado. Pángalos disse nesta terça-feira que a Grécia também espionou os Estados Unidos. Segundo informações de jornais gregos publicados nesta quarta-feira, o advogado Ayis Tatsis fez a denúncia formal em uma delegacia. Agora, a denúncia será remetida à procuradoria grega.
Tatsis alega que se as declarações de Pángalos – ministro de Relações Exteriores entre 1996 e 1999 – forem verídicas, constituem o “delito de revelação de segredo de estado” e colocam em perigo a segurança do país. Além disso, o advogado acrescenta que as declarações colocam em perigo as relações pacíficas com outros estados.
Leia também
EUA: chefes da inteligência negam grampos a cidadãos europeus
Obama analisa banir escutas de chefes de estados aliados

Em entrevista à rádio ateniense To Vima FM, o ex-ministro socialista Pángalos afirmou que a Grécia também tinha espionado alguns diplomatas americanos. “Os serviços secretos gregos conseguiram escutar os embaixadores dos Estados Unidos em Atenas e Ancara [Turquia]”, assegurou. Questionado se essa conduta era legal, o ex-chefe da diplomacia grega confirmou os grampos e a ilegalidade. ”'O senhor está fazendo uma piada? Foi um ato de espionagem, e com muito êxito”.
O ex-ministro ainda assegurou que tanto o primeiro-ministro, como os ministros da Defesa, das Relações Exteriores e o chefe dos serviços secretos estavam cientes das escutas, algo que considerou habitual e que “ocorre em qualquer governo”. As declarações de Pángalos causaram desconforto no governo grego. Sob condição de anonimato, fontes do governo ouvidas pelo jornal Kathimerini sustentam que Pángalos fez um favor aos que tentavam criticar a espionagem dos Estados Unidos. “Agora fica difícil pedir explicações aos americanos (sobre sua espionagem)”, disse um funcionário grego ao diário.
As declarações de Pángalos ocorrem um dia depois de a publicação alemã Der Spiegel revelar em seu site que a embaixada americana em Atenas tinha sido usada como centro de espionagem. Com documentos fornecidos por Edward Snowden, ex-analista da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês), a revista sustenta que a embaixada americana em Atenas realizou escutas e interceptou chamadas telefônicas.
O porta-voz do governo, Simos Kedikoglu, se limitou a afirmar que o Serviço Nacional de Espionagem grego “sempre realizou sua missão no marco da Constituição, da lei e em respeito aos amigos e aliados”.

(Com agência EFE)

Espionagem dos Estados Unidos

Programas secretos americanos vasculham dados de milhões de pessoas. Inclusive no Brasil.

1 de 19

5 de junho

O jornal britânico The Guardian revela que a Agência de Segurança Nacional americana (NSA, na sigla em inglês) teve acesso a dados de telefonemas de milhões de usuários da Verizon, uma das maiores companhias telefônicas dos Estados Unidos.



http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ex-ministro-e-denunciado-apos-afirmar-que-grecia-espionou-os-eua?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed&

Dilma diz que violência provocada por mascarados é antidemocrática e deve ser coibida


Barbárie
|  ISTOÉ Online |  30.Out.13 - 11:02 |  Atualizado em 30.Out.13 - 12:28

Dilma diz que violência provocada por mascarados é antidemocrática e deve ser coibida

Presidenta reiterou que defende o direto às manifestações

AE e Agência Brasil

000_Mvd6571836.jpg
A presidenta Dilma Rousseff voltou a falar nesta manhã que defende manifestações democráticas, mas classificou a "violência dos mascarados" como "uma barbárie".

“Antes de tudo quero dizer que defendo manifestações democráticas, mas acredito que a violência dos mascarados não é democrática, é antidemocrática e tem que ser coibida”, disse Dilma.

"É necessário que tanto a Justiça quanto os órgãos responsáveis coíbam essa violência, garantindo que não haja nem violência física contra pessoas nem ataque ao patrimônio publico ou privado", afirmou a presidenta.

Ela citou episódios que a deixam "muito triste", como quando assiste "a uma violência muito grande, como a que atingiu aquele jovem negro em São Paulo, ou quando vemos o coronel da PM ser barbaramente agredido".

A presidenta mencionou que, na maioria dos dias, quando está resolvendo os problemas da população, gosta de ser presidente. "Ser presidenta tem momentos muito bons, principalmente quando conseguimos resolver de fato problemas da população. Eu me sinto muito bem como presidenta, por exemplo, no Mais Médicos", contou. Entre os dias considerados tristes, mencionou o episódio do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS).

TERRORISMO NA CHINA

China
30/10/2013 - 11:26

Terrorismo

China reconhece ataque terrorista na Praça da Paz Celestial e detém 5 pessoas

Até então, o governo caracterizava o ataque como "acidente de trânsito". Cinco morreram e 38 ficaram feridos

Um homem fotografa a praça Tiananmen (Paz Celestial), em Pequim, onde um acidente causou a morte de cinco pessoas na última segunda-feira
Homem fotografa a Praça da Paz Celestial, em Pequim, onde um acidente causou a morte de cinco pessoas na última segunda-feira (Wang Zhao/AFP)
As autoridades chinesas detiveram nesta quarta-feira cinco suspeitos de ter participado do ataque terrorista registrado na última segunda-feira na Praça da Paz Celestial de Pequim. O incidente deixou cinco mortos e 38 feridos em uma das zonas mais turísticas e com maior simbolismo do país. Após a realização das investigações preliminares, o governo concluiu que o incidente foi “um ataque terrorista organizado”, informou a televisão estatal chinesa CFTV. Foi a primeira vez que o governo admitiu o ato de terrorismo. Até então, o assunto fora oficialmente caracterizado como um “acidente de trânsito


 http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/china-reconhece-ataque-terrorista-na-praca-da-paz-celestial-e-detem-5-pessoas?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed&

MARCADORES COM CLASSIFICAÇÃO DAS POSTAGENS MAIS ACESSADAS

ASSUNTOS EM PAUTA (261) PSICANÁLISE (94) SACRAMENTO UTILIDADE PÚBLICA (88) CRISTIANISMO EM AÇÃO (78) REFLEXÃO (59) SAÚDE (56) INFORMAÇÃO GERAL E CONCURSO (39) CURSO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS DE SACRAMENTO (17) DEPENDÊNCIA QUÍMICA (11) AGENDA (9) SAÚDE MENTAL (9) JESUS (8) PSICOLOGIA PASTORAL (8) TERAPIA OCUPACIONAL (8) TRATAMENTO (8) RELAÇÕES FAMILIARES (7) ASSISTÊNCIA SOCIAL (6) SALVAÇÃO (6) ANSIEDADE (5) RELACIONAMENTO (5) CÉU (4) DISSERTAÇÃO (4) MEC (4) TRANSTORNO (4) ANOREXIA (3) BIOGRAFIA (3) CORREÇÃO (3) DIABETES (3) DIETA (3) DINHEIRO (3) SOCIOLOGIA (3) UNIVERSITÁRIA (3) ALCOOLISMO (2) BEBÊ (2) CID-10 (2) CIÚMES (2) DEPRESSÃO (2) DOUTORADO (2) ENADE (2) ENEM (2) ESTRESSE (2) FILOSOFIA (2) FOBIA SOCIAL (2) FREUD (2) FUTEBOL (2) IBRAPCHS (2) IFRJ (2) INSEGURANÇA (2) MACONHA (2) MEDO (2) MESTRADO (2) MONOGRAFIA (2) PESQUISA CIENTÍFICA (2) POLÍCIA (2) POLÍTICA (2) PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU (2) TRAIÇÃO (2) ALIANÇA TERAPÊUTICA (1) ARRISCAR (1) CARRO (1) CBP (1) COMPETÊNCIA (1) COMPLEXO DE ÉDIPO (1) CONTRATRANSFERÊNCIA (1) CONTRIBUINTE (1) CÂIMBRA (1) CÂMARA MUNICIPAL (1) DNA (1) EFRAIN (1) EMPRESA (1) ENQUETE (1) ENTREVISTA (1) FACULDADE (1) FATEF (1) FERRO (1) FIOCRUZ (1) FOBIA (1) GOZO (1) GRAVIDEZ (1) IBPC (1) INEP (1) INFLAMAÇÃO (1) INSPIRAÇÃO E CITAÇÃO (1) INSULINA (1) JOSUÉ (1) JOÃO BATISTA (1) LATO SENSU (1) LUTO (1) MAQUIAVEL (1) MEMBROS INFERIORES (1) MEMÓRIA (1) NEOPLASIA (1) NEUROPATIA (1) NICODERMOS (1) NOTA FISCAL (1) OPORTUNISTA (1) PARALISIA (1) PRÓTESE (1) PULSIONAL (1) QUEM SOU EU? (1) RADICAIS LIVRES (1) REDAÇÃO (1) REPROVAÇÃO (1) RH (1) SBPI (1) SBPRJ (1) SEROTONINA (1) SINTE (1) SONHOS (1) SONO (1) SPOB (1) SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR (1) SÍMBOLO (1) TAS (1) TESE (1) TRANSFERÊNCIA (1) TUMOR (1) UFF (1) VASCULOPATIA (1) VEREADOR (1) ZACARIAS (1) ZINCO (1) ZOROBABEL (1) ÓRTESE (1)