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terça-feira, 17 de março de 2015

O Símbolo da TERAPIA OCUPACIONAL


O Símbolo da TERAPIA OCUPACIONAL

 O símbolo baseia-se nos os princípios teórico-práticos da profissão, sendo a atividade humana o eixo principal, relacionado ao recurso terapêutico: relação - paciente x atividade x terapeuta. FOGO: está vinculado a natureza e representa a fonte de energia necessária para realizar toda atividade. SHEKINAH / SERPERTE: relacionada a sabedoria, harmonia e desenvolvimento universal. CIRCULO: representa a livre criação, o infinito e o universo, que está relacionado a algo que não tem começo nem fim – no caso a ocupação humana. DELTA ou TRIANGULO: representa a tríade da terapeutica ocupacional: paciente x terapeuta x atividade.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Definição de Prótese, Órtese e materiais especiais – 

 

Câmera Técnica de Implantes – AMB

Às Sociedades de Especialidades
Prezado (a) Presidente,
Conforme deliberado na reunião da Câmara Técnica de Implantes realizada no dia 27 de novembro na sede da Associação Médica Brasileira, os termos Prótese e Órtese serão assim entendidos:
  1. Prótese: dispositivo permanente ou transitório que substitui total ou parcialmente um membro, órgão ou tecido.
Podendo ser:
  • Interna ou Implantada (Ex: prótese articular, prótese não convencional para substituição de tumor, coração artificial, válvula cardíaca, ligamento artificial, etc);
  • Externa ou não implantada (Ex: prótese para membro);
  • Implantada total ou parcial por ato cirúrgico ou percutâneo (Ex: implante dentário, pele artificial);
  • Estética, quando mantém apenas a forma e a estética (Ex: prótese ocular, prótese mamária, cosmética de nariz).
  1. Órtese: dispositivo permanente ou transitório, utilizado para auxiliar as funções de um membro, órgão ou tecido, evitando deformidades ou sua progressão e/ou compensando insuficiências funcionais.
Podendo ser:
  • Interna ou implantada: (Ex: material de sutura e de síntese,material de ósteossíntese, instrumental para estabilização e fusão de coluna, marca-passo implantado, bomba de infusão implantada, etc)
  • Externa ou não implantada (Ex: bengalas, muletas, coletes, colares cervicais, aparelhos gessados, tutores, andadores, aparelhos auditivos, óculos, lentes de contato, aparelhos ortodônticos, etc)
  • Implantada total ou parcial por ato cirúrgico ou percutâneo (Ex: fixadores externos, stents, drenos, etc).
Também ficou decidido adotar a terminologia “materiais especiais” para definir materiais e dispositivos utilizados em procedimentos diagnósticos eterapêuticos que não se enquadram nas especificações acima.
Solicitamos,com a maior brevidade, a relação de materiais e dispositivos utilizados na suaEspecialidade, compatibilizados com as definições de Prótese e Órtese deliberadas pela Câmara Técnica de Implantes, para que possamos enviar para a Agência Nacional de Saúde Suplementar e Operadoras de Planos de Saúde.
Atenciosamente
Dr.José Carlos Brito
Presidenteda Câmara Técnica de Implantes
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

FAHRENHEIT 451; UM BREVE COMENTÁRIO



FAHRENHEIT 451; UM BREVE COMENTÁRIO


No início não entendi muito bem, mas na continuidade percebi que o filme tinha muito a ver com o nazismo e seu regime totalitário. É bem verdade que o filme era futurista na visão dos anos 60 e foi uma adaptação de um livro ainda mais antigo. A  ideia central percebida esta no fato de haver uma proibição da leitura de livros porque os mesmos eram subversivos e traziam à tona ideais que se divergiam da visão governamental e, em particular, faziam com que as pessoas sentissem emoções que não estavam acostumadas.

O título do livro é bastante sugestivo pois apresenta a temperatura de queima do papel, 451º F, de acordo com nosso amigo de classe ( ex-graduando de FÍSICA ).
               O protagonista, Montag, era um sujeito que inicialmente demonstrava-se muito centrado na sua atividade de queimar livros, contudo apresentava uma expressão de fadiga ou insatisfação apesar do seu superior mencionar diversas vezes que ele seria promovido ao oficialato.
                     Apesar da aversão apresentada aos livros percebemos uma idolatria à televisão. Até onde pude perceber a TV exercia uma influencia mais poderosa sobre as famílias, pois parecia um reality show ou TV Interativa, mas com respostas pré-definidas. E assim a TV tornava os relacionamentos mais frios de acordo com a vida de Montag e sua esposa.
                       Outro poder da influencia da TV é que ela, por si só, já destruía qualquer desejo de leitura, haja vista que os livros “não falam a realidade”.  Um pequeno debate se instalou em sala de aula; será que a televisão continua reduzindo o relacionamento humano? Hoje os celulares, tablets e computadores estão exercendo o mesmo papel da TV na visão do autor do século passado?
                       Os romances criticados pelo capitão hoje viraram novelas... será que as novelas ainda estão influenciando o comportamento das famílias, notoriamente a parte feminina? Ler livros ainda é subversivo? Se não é, pelo menos quando no ônibus, sinto-me como um peixe fora D'Água ao abrir um livro e perceber que todos estão com fones de ouvido ou navegando nos seus dispositivos móveis.
                     Voltando a Montag! Notamos que ele tinha um relacionamento um tanto difícil com a sua esposa e só piorou a medida que ele conheceu uma jovem professora que conseguiu fazê-lo perceber que os livros não eram tão subversivos quanto os superiores tentavam pintá-los. Sua esposa, Linda Montag, estava convicta do mau representado pelo livro, mas Montag já começara a ficar descrente.
                       Apesar da expressão que Montag trazia, ele se dizia feliz. A separação da sua esposa foi inevitável por causa das convicções alteradas e pelo repentino desejo de Montag de ler livros obcecadamente e por ser contrário aquele pensamento de culto a TV e antissentimentalismo. Sua esposa não suportou e o denunciou e, logo após, foi embora de casa. 
                       A mudança do nosso protagonista está fundamentada, também, no fato de ter presenciado uma   Senhora que preferiu morrer com seus livros que para ele não tinham nenhum valor... e, com isto, o processo de leitura começou.
                       A leitura, podemos perceber, tem um poder transformador na vida do homem, e isto notamos quando Montag tem, aparentemente, até a sua personalidade abalada. Com um olhar positivo a mensagem que o filme transmite é notório que naquele momento os livros faziam mal a cabeça do protagonista e isto pode ser constatado quando ele, de acordo co o filme, se aborrece ao ser descoberto pelo capitão que o engana e atende a uma denuncia na sua própria casa. Lá chegando o capitão o obriga a queimar os livros, mas ele queima também outros objetos, notadamente a TV. A ira e insanidade tomou conta de Montag ao ponto dele queimar o próprio capitão... símbolo da aversão a leitura.
                     Um filme gerado pelos ideais de um escritor que aparentemente fez uma “grande viagem” ao elaborar tal trama. A saída que ele deu para seu protagonista foi se refugiar para uma aldeia onde os refugiados  desenvolveram uma técnica de memorização de livro e após queimava-o para não ser encontrado em condição de crime por portar tal livro. Os aldeões criam que chegaria um dia em que eles redigiriam os livros novamente.
                      A impressão que tive é que a professora, que fez a introdução dele no mundo da leitura, acabaria com ele e viveriam felizes para sempre. Muito pelo contrário,  o acordo era que não se veriam mais. Porém o ideal foi mantido... cada pessoa memorizaria um livro, logo após o queimaria aguardando para um dia reescrevê-lo. Se este dia não chegasse a história seria memorizada por um mais jovem que seria incumbido de manter a tradição. Dessa forma, foi quebrada aquela ordem de evitar a leitura de livros... embora pareceu-me nítido que o falecido capitão, na biblioteca da senhora que fora queimada, era um conhecedor profundo dos assuntos contidos nos livros daquela biblioteca.
                 Enfim, senti o desejo de ler o livro, haja vista que o mesmo já se encontra disponível em meio eletrônico. Na realidade, além de ler o livro futuramente, eu recomendo o livro e não o filme, pois a qualidade do som estava muito ruim. As ideias transmitidas, apesar da “Grande Viagem”, fazem repensar os relacionamentos interpessoais, o isolamento familiar, o esfriamento conjugal, além disso, podemos fazer um paralelo entre o poder da TV no passado e os meios de entretenimento mais modernos. Percebemos também uma crítica ao poder totalitário, a falta de incentivo a cultura, a inversão de valores, a influencia direta do governo na condução das famílias através de programas, a manipulação com oferta de promoção para manutenção da tradição estatal. Se o autor do livro que deu origem a esta obra cinematográfica não fez a ”Grande Viagem”, posso dizer que ele foi um grande visionário... Alguém que estava além do seu tempo.
                      
                      
Bibliografia


-       BRADBURY, Ray. Fahrenheit 451.  Tradução de Mário Henrique Leiria. Gerou a obra cinematográfica dirigida por François Truffaut em 1966.


Reginaldo Silva de Lyra

segunda-feira, 7 de julho de 2014

SÍMBOLO DA TERAPIA OCUPACIONAL

SÍMBOLO DA TERAPIA OCUPACIONAL
 

 
Pra quem tem curiosidade de saber o significado da simbologia do nosso curso , porém nunca procurou saber .... É muitoo INTERESSANTE !
Pra quem tem curiosidade de saber o significado da simbologia do nosso curso , porém nunca procurou saber .... É muitoo interessante!

O símbolo da Terapia Ocupacional foi elaborado a partir de estudos e informações extraídas da Mitologia Grega, onde identificou-se o número 4 para representar os quatro elementos que o compõem. Sendo o 4 a complementação do grupo quaternário de ponto, linha, superfície e corpo, seus elementos 1, 2, 3 e 4 quando somados são iguais a 10, número tão perfeito que, para ir além precisa se voltar à mônada (1). Representa a suprema sabedoria ou bondade, mente, alma, matéria, elementos da natureza etc. O resultado baseia-se na convergência do símbolo com os princípios teórico-práticos da profissão, sendo a atividade humana o eixo principal, relacionado ao recurso terapêutico: relação paciente x atividade x terapeuta.

No significado de composição do símbolo entram os elementos FOGO, que está vinculado à natureza e representa a fonte de energia necessária a qualquer grande obra, amor profundo pelo próximo e o ardor ou entusiasmo por tudo que é nobre e generoso. Na cerimônia da “Iniciação” representa a purificação espiritual pela compreensão do alcance de uma forma mais sublime, a verdade. O fogo tem sua origem na figura de um vulcão.

O segundo elemento SHEKINAH/SERPENTE denota um objeto de convergência e de centralização de intenções, conhecimentos, comunhão, buscando-se sabedoria, harmonia e desenvolvimento universal. É o centro da “logia”, donde convergem as linhas que partem dos quatro cantos do horizonte, posicionando-se no coração e na alma do templo. Transcende o universo do saber, permitindo seu acesso de forma factível. A presença da serpente estampada na Shekinah direciona todo este conhecimento para a saúde e o bem-estar humano.

O CÍRCULO, terceiro elemento, representa a livre criação, o infinito e o universo, que está relacionado a algo que não tem começo nem fim. No caso, a atividade humana. Resulta de um ponto central – o homem – que o pode traçar utilizando apenas um instrumento cujas dimensões significam o limite de seus conhecimentos, de sua iniciativa e da sua liberdade.

O DELTA ou TRIÂNGULO, quarto elemento, é figura luminosa de força e de expansão, representa a tríade da terapêutica ocupacional: terapeuta-cliente-atividade, ou seja, as relações entre terapeuta e o cliente, o cliente e a atividade e do terapeuta com a atividade (enquanto recurso terapêutico). Trata-se de um elemento informalmente utilizado para simbolizar o indivíduo/ser humano (o acréscimo da letra 1, no triângulo, significa individual) O símbolo da Terapia Ocupacional foi elaborado a partir de estudos e informações extraídas da Mitologia Grega, onde identificou-se o número 4 para representar os quatro elementos que o compõem. Sendo o 4 a complementação do grupo quaternário de ponto, linha, superfície e corpo, seus elementos 1, 2, 3 e 4 quando somados são iguais a 10, número tão perfeito que, para ir além precisa se voltar à mônada (1). Representa a suprema sabedoria ou bondade, mente, alma, matéria, elementos da natureza etc. O resultado baseia-se na convergência do símbolo com os princípios teórico-práticos da profissão, sendo a atividade humana o eixo principal, relacionado ao recurso terapêutico: relação paciente x atividade x terapeuta.
No significado de composição do símbolo entram os elementos FOGO, que está vinculado à natureza e representa a fonte de energia necessária a qualquer grande obra, amor profundo pelo próximo e o ardor ou entusiasmo por tudo que é nobre e generoso. Na cerimônia da “Iniciação” representa a purificação espiritual pela compreensão do alcance de uma forma mais sublime, a verdade. O fogo tem sua origem na figura de um vulcão.
O segundo elemento SHEKINAH/SERPENTE denota um objeto de convergência e de centralização de intenções, conhecimentos, comunhão, buscando-se sabedoria, harmonia e desenvolvimento universal. É o centro da “logia”, donde convergem as linhas que partem dos quatro cantos do horizonte, posicionando-se no coração e na alma do templo. Transcende o universo do saber, permitindo seu acesso de forma factível. A presença da serpente estampada na Shekinah direciona todo este conhecimento para a saúde e o bem-estar humano.
O CÍRCULO, terceiro elemento, representa a livre criação, o infinito e o universo, que está relacionado a algo que não tem começo nem fim. No caso, a atividade humana. Resulta de um ponto central – o homem – que o pode traçar utilizando apenas um instrumento cujas dimensões significam o limite de seus conhecimentos, de sua iniciativa e da sua liberdade.
O DELTA ou TRIÂNGULO, quarto elemento, é figura luminosa de força e de expansão, representa a tríade da terapêutica ocupacional: terapeuta-cliente-atividade, ou seja, as relações entre terapeuta e o cliente, o cliente e a atividade e do terapeuta com a atividade (enquanto recurso terapêutico). Trata-se de um elemento informalmente utilizado para simbolizar o indivíduo/ser humano (o acréscimo da letra 1, no triângulo, significa individual).

Carla Gabriela E-Matheus

quarta-feira, 9 de abril de 2014

IFRJ- TERAPIA OCUPACIONAL E O DIFERENCIAL NO RIO DE JANEIRO





Informações Gerais



2003-2013
 "10 ANOS DE ENSINO DE GRADUAÇÃO NO IFRJ"


O IFRJ oferta 17 cursos de graduação nas modalidades de Bacharelado, Licenciatura e Tecnologia (CST), distribuidos em 6 diferentes campi (Maracanã, Realengo, Duque de Caxias, Nilópolis, Paracambi e Volta Redonda).

O IFRJ possui diversos destaques no Ensino de Graduação, dentre os quais:

Física: o curso de Licenciatura, do campus Volta Redonda, é o único a receber conceito 5 pelo MEC, no Estado do Rio de Janeiro; apenas cinco cursos de instituições universitárias públicas do país gozam deste conceito;
Fisioterapia: primeiro e único curso ofertado em Instituto Federal; bem como, segundo curso a ser ofertado em instituição pública no Estado do RJ;
Gestão da Produção Industrial: único curso ofertado em instituição pública no Estado do RJ;
Produção Cultural: primeiro e único Curso Superior de Tecnologia em Produção Cultural reconhecido no Brasil; bem como, o segundo curso de Bacharelado a ser criado no país;
Processo Químicos: única instituição a formar o profissional Tecnólogo em Processos Químicos no Estado do RJ; e, curso com o maior conceito ENADE da Região Sudeste;
Química: o curso de Licenciatura, do campus Duque de Caxias, juntamente com o ofertado pela UFRJ possui o mais elevado conceito de curso do Estado do RJ em IES pública;
Terapia Ocupacional primeiro curso de TO em instituição pública a ser criado no Estado do RJ; bem como, o primeiro e único curso ofertado em Instituto Federal;

Na graduação do IFRJ o graduando conta com diversas possibilidades de vivenciar o verdadeiro espírito universitário, através da integração de ensino-pesquisa-extensão, em programas que possibilitam vivências diferenciadas ao longo do curso.

Acesse, nos links abaixo, as informações sobre os cursos de graduação e conheça os Regulamentos do Ensino de Graduação no IFRJ.

Conheça aqui o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e demais documentos institucionais.

MARCADORES COM CLASSIFICAÇÃO DAS POSTAGENS MAIS ACESSADAS

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